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Documentos de identificação pessoal serão substituídos por aplicativo - identificação pela internet começa a ser implementada no Brasil

14 coisas já foram substituídas pelo celular que você usa. Hoje em dia, o seu celular pode ter as funções de:

  1. Despertador
  2. Relógio
  3. Mapas, guias de rua e até o GPS
  4. Cartões de crédito e débito
  5. Banco
  6. Telefone fixo
  7. Lanterna
  8. Agenda telefônica
  9. Câmera fotográfica
  10. Calculadora
  11. Bússola
  12. Vídeo game portátil
  13. Gravador de voz
  14. Walkman, discman e MP3 Player

Entretanto, agora, para os brasileiros, estará disponível um aplicativo que vem para substituir diversos documentos pessoais de identificação. Alguns países como EUA, Irlanda e Angola já tem migrado grande parte desses documentos para dentro do celular. Em 05-02-2018, foi assinado o decreto para criação do Documento Nacional de Identificação, o DNI. Ele dispensará a utilização do título de eleitor, do CPF e das certidões de nascimento e de casamento. O documento digital terá validade em todo o território nacional e poderá ser obtido por meio de aplicativo gratuito em celulares e tablets, chamado ‘DNI’.

 

Veja os artigos abaixo:

 

Governo lança aplicativo que vai reunir diversos documentos de identificação

Sistema está em fase de testes; previsão é que seja disponibilizado a partir de julho.

n/d

Cada vez mais importante na vida dos brasileiros, o celular pode tornar-se indispensável. O governo lançou, nesta segunda-feira, o Documento Nacional de Identificação (DNI), um aplicativo que vai reunir diversos documentos na tela do celular. O aplicativo ainda está em fase de testes, e a previsão é que esteja disponível para a população a partir de julho deste ano (2018).

Em princípio, o aplicativo vinculará o CPF, título de eleitor, podendo substituir também o RG. A carteira de motorista ficará de fora, por enquanto, mas existe a possibilidade de que o documento também seja integrado à plataforma. O DNI no celular não será obrigatório e não invalidará os documentos de papel que existem hoje.

Para utilizar o DNI, o cidadão deve baixar o aplicativo e informar CPF, e-mail e telefone. Após isso, o usuário terá que ir a um cartório eleitoral para checar as digitais e validar esse pré-cadastro. Será uma forma de prova que aquela pessoa é ela mesma. Há um convênio para que esse processo seja possível também nos 13.627 cartórios de registro civil.

O Governo ainda avalia como agir sobre quem não é eleitor e, portanto, não fez nem pode fazer recadastramento biométrico, como menores de 16 anos.

De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o novo documento terá um custo de dez centavos por habitantes e a intenção que é o aplicativo seja utilizado futuramente para outros documentos:

— Não tardará muito a adoção disso pelas empresas privadas, já fomos procurados por empresas aéreas que tem interesse em usar o DNI para fazer check-in. A solução é inteligente, digital e sem burocracia. Não vamos ter eliminação de nenhum documento, com o passar do tempo as pessoas passarão a usar o DNI — afirmou o ministro do Planejamento.

O DNI terá como base o recadastramento biométrico da justiça eleitoral, em que o cidadão deixa suas digitais nos cartórios eleitorais. Assim, por enquanto, apenas 73 milhões dos mais de 140 milhões de eleitores brasileiros estão aptos a aderir à medida. A previsão é que o recadastramento biométrico seja finalizado em 2022. Quem quiser usar o aplicativo no celular como documento de identidade e ainda não se recadastrou poderá se antecipar ao cronograma previsto.

O aplicativo terá cerca de 15 megabytes, funcionará com QR code, usará como base o número do CPF da pessoa, ficará disponível off-line, terá uma senha de seis dígitos, contará com criptografia e, a cada acesso, mostrará a última vez que foi usado. Com o QR code, será possível que, com outro celular, alguém cheque a identidade daquela pessoa.

Os smartphones poderão usar os sistemas Android (Google) e iOS (Apple). Relógios inteligentes também terão sua versão do DNI. Por questão de segurança, será possível baixar o aplicativo em um só dispositivo. O sistema foi desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e pela MBA Mobi, uma empresa contratada pelo TSE.


Celular já substitui documentos como carteira de trabalho, CNH, CPF e título de eleitor

A substituição de documentos em papel por identificação pela internet já começou a ser implementada em diversos serviços públicos brasileiros, como título de eleitor, carteira de habilitação, seguro desemprego e outros. De um lado, se a tecnologia facilita a vida do cidadão, por outro poderá ajudar a economizar recursos públicos por acabar com a necessidade de impressão, reposição de documentos extraviados ou roubados. O problema é que, apesar do anúncio de implementação dos serviços, algumas medidas ainda estão em fase de testes, implantação ou ainda não estão completamente disponíveis.

n/d

Título eleitoral digital

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o título de eleitor digital promete substituir em alguns anos a versão impressa durante as eleições. A Justiça Eleitoral lançou o e-Título, aplicativo que permitirá aos eleitores acessarem uma via digital do título eleitoral por meio do seu smartphone ou tablet. Para o TSE, haverá economia na redução dos custos da Justiça Eleitoral, como a emissão de segundas vias dos títulos extraviados, suprimentos de impressora, entre outros. Para o eleitor, o benefício virá na facilidade de ter os seus dados eleitorais seguros e disponíveis, diminuindo os riscos de extravios e danos ao título de eleitor. Para acessar o documento digital, o eleitor deverá baixar o aplicativo e-Título, desenvolvido pela Justiça Eleitoral, e que já está disponível no Google Play e, em breve, também será disponibilizado na App Store. Ao inserir no aplicativo, o número do seu título eleitoral, seu nome, o nome da mãe e do pai e a data de nascimento, o e-Título será validado e liberado. Ao ser acessado pela primeira vez, o documento será gravado localmente e ficará disponível ao eleitor. O documento terá agora a foto do eleitor para identificá-lo na hora da votação. Contudo, essa possibilidade vale apenas para os eleitores que já fizeram o recadastramento biométrico, momento em que é capturada uma foto do cidadão junto com suas impressões digitais. De acordo com o TSE, não há nada que impeça que os eleitores que ainda não fizeram o recadastramento biométrico baixem o aplicativo para usar no dia da eleição, porém terão de apresentar documento de identificação com foto.

CNH digital

O aplicativo da Carteira Nacional de Habilitação digital foi desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), e pode ser baixado na Google Play e App Store. A CNH-e pode substituir integralmente a versão impressa. Para utilizar a novidade é preciso que você tenha a versão mais recente da CNH, a qual conte com QR code. As carteiras tiradas a partir de maio deste ano contam com a tecnologia do código. Caso a sua carteira não esteja atualizada, você deverá entrar com o pedido de 2ª via. O valor para retirar a nova versão da carteira é de R$ 95 reais. O cadastro para utilizar a CNH digital deve ser feito através do Portal de Serviços do Denatran. A partir disso, o usuário deverá procurar o Detran do seu estado e confirmar seus dados. O órgão estadual irá gerar um código de ativação para que você comece a usar o aplicativo. No Rio de Janeiro, ainda não é possível substituir a carteira de habilitação. De acordo com o Detran-RJ, o estado já fez a solicitação ao Denatran para que o Rio seja um dos próximos a disponibilizar o serviço a partir do ano que vem, mas ainda não há data para isso.

CPF

O Cadastro de Pessoa Física (CPF) também é um dos documentos que o governo resolveu digitalizar. Hoje, as pessoas físicas podem obter o cadastro pela internet pelo site da Receita (http://idg.receita.fazenda.gov.br). Atualmente, a Receita Federal não emite mais o cartão como era feito antes, dessa maneira, é necessário imprimir o documento pela internet após realizar a inscrição. O serviço online, pela página da Receita na internet, só pode ser usado por quem tem entre 16 anos e 25 anos e possui um título de eleitor regular. É preciso preencher um formulário com nome, data de nascimento, nome da mãe, título de eleitor e endereço. Apesar de o processo ser totalmente online, o pedido do CPF ainda pode ser feito em alguns órgãos credenciados pela Receita Federal: Correios, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Ministério do Trabalho e Itamaraty. Para quem está fora do país, isso pode ser feito em embaixadas e consulados. O serviço é gratuito quando é feito pela internet, mas é cobrado nos locais credenciados. Nos Correios e nos bancos, é cobrada taxa de R$ 7,50. Para menores de 16 anos, é preciso apresentar um documento de identidade da pessoa a ser inscrita contendo a naturalidade, data de nascimento e filiação. Vale, por exemplo, a certidão de nascimento. Além disso, é preciso levar um documento de identificação de um dos pais, curador, tutor ou guardião, conforme o caso. O Cadastro da Pessoa Física (CPF) é um documento essencial para a realização de uma série de tarefas: além da declaração do Imposto de Renda (IR), é necessário para abrir conta em banco, comprar e vender imóveis e fazer investimentos. Depois de conseguir o CPF, o cidadão recebe um número que o acompanha permanentemente pelo resto da vida civil.

Registro de Ocorrência

Desde 2016, os registros de ocorrência de crime ou perda de objetos no estado do Rio de Janeiro podem ser feitos pelo telefone celular. A Polícia Civil criou um aplicativo para ser baixado em aparelhos móveis com opções como ‘comunicação de ocorrência’, ‘extravio (perda) de documentos’ e ‘denúncia do bairro’. É só clicar e preencher o formulário. Basta acessar do seu dispositivo a loja de aplicativos (Play Store ou App Store), digitar ‘Delegacia Online PCERJ’ e instalar. Com o aplicativo, também é possível entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC).

Carteira de Trabalho Digital

O aplicativo ‘Carteira de Trabalho Digital’ deixa todas as informações do documento acessíveis no telefone. Apesar de reunir as informações principais, a caderneta digital não substitui a versão física, que continua sendo o documento oficial do trabalhador. Pela ferramenta, também é possível solicitar a primeira e a segunda via da carteira de trabalho física. Basta clicar na opção desejada, preencher o formulário de pré-cadastro válido por 30 dias, e comparecer a um posto de atendimento para validar as informações e formalizar o pedido do documento.

Seguro-Desemprego

O site Emprega Brasil permite que o trabalhador solicite o Seguro-Desemprego assim que receber a documentação necessária para dar entrada no benefício do antigo empregador. Depois de preencher o formulário pela página, o trabalhador ainda precisa ir a uma agência do Sine pessoalmente, que é um procedimento necessário para evitar fraudes. No cadastro pela internet, é necessário informar dados pessoais (CPF, nome, data de nascimento, nome da mãe, estado de nascimento (se for nascido no exterior, a opção será ‘Não sou brasileiro’). Essas informações serão validadas no Cadastro Nacional de Informações Sociais (Cnis). Caso estejam corretas, o trabalhador será direcionado a responder um questionário com cinco perguntas sobre seu histórico no mercado de trabalho. Por isso, é importante ter em mãos a Carteira de Trabalho física. É preciso acertar pelo menos quatro das cinco perguntas. Em seguida, o trabalhador receberá uma senha provisória que deverá ser trocada no primeiro acesso.

 

 

Fontes: https://extra.globo.com/noticias/economia/celular-ja-substitui-documentos-como-carteira-de-trabalho-cnh-cpf-titulo-de-eleitor-22152110.html

https://oglobo.globo.com/brasil/governo-lanca-aplicativo-que-vai-reunir-diversos-documentos-de-identificacao-22366005

http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/02/politica/609906-temer-anuncia-criacao-de-documento-digital-para-substituir-titulo-de-eleitor.html

 

Nota do site: Quando todos os documentos estiverem disponibilizados por meio de aplicativos e o novo sistema tiver sido adotado pela população, vai ocorrer que, quando os aparelhos celulares começarem a ser roubados (ainda mais do que hoje ocorre, por conta de serem eles portadores destas importantes identificações pessoais), a população logo a seguir vai pedir aos governantes (ou bater palmas e aceitar de pronto esta sugestão se primeiramente partir deles...) que estes dados de documentos virtuais, ao invés de estarem gravados em seus smartphones sujeitos a roubo, passam a estar em um chip, implantável sob a pele, devido a este método oferecer maior segurança...

Tudo é feito para dar a parecer que a solução para o problema foi dada pelo próprio povo, quando na verdade... foi arquitetada há muito tempo, para que cada controle que impuserem sobre o cidadão seja desejado e aceito pelo próprio cidadão, e com satisfação... 

 

 


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Segunda-feira, 23 de Julho de 2018





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