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'O Céu advertiu-vos sobre a elite que manipula as sociedades, os governos, as organizações de ajuda humanitária, as organizações que incluem os governos do mundo, as organizações de saúde mundial, de alimentação, as organizações para o ensino religioso às crianças e aos jovens...' (Virgem Maria em 15-06-2016)


Lobby Imigrante: Quem financia a crise de imigrantes no mediterrâneo?

 

Uma crise migratória onde ONG´s internacionais estão fortemente envolvidas, tais como passa despercebido no meio midiático dos dias atuais é algo sempre no mínimo incomum mas não raro. O ativismo político é uma parte essencial das sociedades democráticas, o que faz com que nada disso seja considerado juridicamente ilegal. Mas quem patrocina as ONG´s que constantemente tem levado milhões de imigrantes para o Mediterrâneo europeu através da Itália, Malta, Chipre, França, Espanha, Grécia e etc?

Na verdade, por trás dessas instituições existe uma extensa rede de ativistas de fronteiras abertas e organizações por trás dela; muitos deles são diretamente financiados ou cooperados com a Open Society de George Soros. A rede do ‘lobby de imigração’ na Itália é composta por ONGs internacionais financiadas pela Open Society Foundation (em português: 'Fundação Sociedade Aberta'), que em maio desse ano foi expulsa da Hungria pelo governo Orban, do conhecido financiador do progressismo e da liberação de aborto e drogas George Soros.

Em verde, estão as ONGs internacionais financiadas pela Open Society Foundation; os azuis são ONGs italianas financiadas pela Open Society e em roxo, a fonte dos projetos compartilhados pela entidade maior do bilionário George Soros.

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1.  Associazione Carta di Roma

n/d A Associazione Carta di Roma foi fundada em dezembro de 2011 para colocar em execução um código moral para obter informações corretas sobre imigração. Desde fevereiro de 2016, o ’Glossário’ da Carta de Roma é parte integrante da ‘Carta unificada de deveres do jornalista’. Os membros permanentes convidados são o Alto Conselho das Nações Unidas para os Refugiados, a Organização Internacional para as Migrações e o Escritório Nacional contra a Discriminação Racial.

O glossário da Carta de Roma foi revisado e corrigido pelos editores para garantir a correção política, limitando o uso de palavras consideradas inadequadas quando o assunto de uma notícia de um ‘sem cidadania’ e em um país estrangeiro. Os termos aceitos são: - solicitante de asilo, refugiado, pessoa protegida por proteção subsidiária, beneficiária de proteção humanitária, vítima de contrabando, migrante irregular (anteriormente comumente definido como clandestino), influxo migratório misto. O termo ‘clandestino’ agora é punido com multas e advertências da Ordem dos Jornalistas.

Na maioria dos casos, a Carta de Roma considera redundante mencionar a nacionalidade daqueles que cometem crimes em território italiano.

Patrocinadores da Carta são a Open Society Foundation, a ACNUR e a Chiesa Valdese.

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A Associazione Carta di Roma enumera as seguintes fontes ‘confiáveis’, muitas das quais são ONGs italianas ou internacionais diretamente financiadas pela Open Society Foundation

Anistia Internacional, ASGI, COSPE, 21 Luglio, Fortaleza Europa, Buon Diritto, Médecins Sans Frontières (MSF) e Save The Children, atualmente envolvido no tráfico de migrantes no Mediterrâneo e, finalmente, UNAR, recentemente envolvido em um escândalo de prostituição de homossexuais (ou 'homo afetivo', como diz recente a cartilha).

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2. Cospe Onlus

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A Cospe Onlus é uma organização privada sem fins lucrativos fundada em 1983. Ela opera em 30 países com 150 projetos ‘para promover o desenvolvimento igualitário e sustentável, o respeito aos direitos humanos, a paz e a justiça para as pessoas’, apoiando o direito à mobilidade internacional. Seu objetivo é um mundo onde ‘a diversidade é considerada um valor, um mundo com muitas vozes, onde o encontro de pessoas diferentes resulta em enriquecimento mútuo e onde a justiça social passa por direitos e oportunidades iguais’.

 

2.1 Cospe e ONGs no Mediterrâneo

A Cospe está entre os fundadores e promotores originais da SOS Mediterranee da Itália, uma ONG que trabalha no Mediterrâneo cooperando com a organização Médecins Sans Frontières no navio Acquarius, que semana passada desembarcou em 3 dias, quase 2.000 pessoas no litoral italiano, criando um empasse com o governo atual da coalização Liga Norte e 5 Estrelas, que ao recusarem, receberam ameaças diplomáticas da UE e atritaram-se com outros países como Espanha, Malta e França. Essa primeira que, acolheu quase 1.300 de uma só vez enquanto a Itália teve que aceitar quase 1.000 no dia seguinte à recusa.

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Parceiros da Cospe, incluindo a já mencionada Associazione Carta di Roma, que compartilha a plataforma da Cospe sobre ‘comunicação correta’ sobre a questão da imigração; eles organizam seminários para jornalistas sobre os temas da imigração e discriminação racial, existe a Carta de Lampedusa, uma associação libertária criada em 2014 cujos indivíduos trabalham produzindo materiais e propostas contra as leis que limitam a imigração e para a abolição de todas as leis europeias que limitam a liberdade de circulação.

 

2.2 Orçamento do Cospe

O último orçamento publicado é de 2015, onde a Cospe obteve um financiamento de aproximadamente € 9,5 milhões (..de euros), dos quais € 7,5 milhões (..de euros) foram de declarados públicos, sendo os mais relevantes entre as instituições públicas a União Europeia (66%) e o Ministério Italiano de Relações Exteriores (27%).

 

3. ASGI (Associação para Estudos Jurídicos em Imigração)

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A tarefa da ASGI é disseminar ideias sobre leis de imigração entre advogados, juristas e acadêmicos; Contribuiu para a criação de legislação nacional da UE em matéria de imigração, asilo e cidadania, promovendo o diálogo político e a proteção dos estrangeiros. A ASGI foi fundada pela Open Society Foundation e é diretamente financiada por ela.


3.1 Projetos ASGI

A ASGI se concentra fortemente na atual situação na Hungria. A ACNUR solicitou em 2017 a suspensão temporária dos pedidos de refúgio à Hungria, de acordo com as regras do Tratado de Dublim: 

’Devido à piora das condições dos solicitantes de asilo na Hungria, pedimos a suspensão da transferência de qualquer solicitante de asilo para este país pois o governo húngaro não está em conformidade com o direito europeu e internacional''.

Serviço antidiscriminação: a ASGI oferece apoio jurídico contra a discriminação étnica, racial e religiosa na Itália, com um centro operacional em Milão e vários centros secundários em Turim, Florença, Nápoles, Roma e Verona, numa rede de profissionais que colaboram no monitoramento questões de discriminação. É financiado por Onlus Charlemagne, Tavola Valdese e Open Society Foundations)

 

3.2 Manifesto da ASGI

Segundo a ASGI, As razões para a migração para a Europa são: guerras, regimes repressivos e ditaduras, consequências do colonialismo, exploração dos recursos naturais do continente africano, crescimento demográfico, alterações climáticas.

Em termos de reforma da imigração, asilo e cidadania, a ASGI propõe:

- tornar os vistos temporários permanentes; 

- processos de reunião familiar mais simples; 

- repatriamento voluntário ou medidas alternativas em oposição ao repatriamento forçado; 

- direito de votar nas eleições administrativas para estrangeiros não pertencentes à UE, nas mesmas condições que para os cidadãos da UE e para facilitar a aquisição de cidadania;

- em matéria de asilo, a UE deve: desistir de políticas hostis adotadas nos últimos anos, como o acordo UE-Turquia de março de 2016, e a colaboração com ditaduras como as da Líbia, do Sudão e do Níger; criar um plano de redistribuição obrigatório para os refugiados, ajustar o atual regulamento de Dublim com a possibilidade de requerer asilo no país escolhido pelo requerente de asilo.

– canais de acesso livre a um país para fins de procura de emprego; 


 

3.3 Rede da ASGI


Migregroup: participa no projeto ‘Boats4people’, e apoia a plataforma online ’WatchTheMed’, que mapeia as mortes e violações dos direitos dos migrantes nas fronteiras externas da UE.

Sacerdote católico da Eritréia (África), imagem mostra o padre Mussie Zerai caminhando pela Praça São Pedro, no Vaticano.Sacerdote católico da Eritréia (África), imagem mostra o padre Mussie Zerai caminhando pela Praça São Pedro, no Vaticano.

A WatchTheMed foi fundada pela ONG Habeshia dirigida por uma pessoa chamada padre ‘pai’ Mussie Zerai, ('pai' pois é auto-proclamado Moisés por sua capacidade de fazer os migrantes chegarem à Europa). A organização tem uma lista para ‘o bom migrante’, onde pessoas interessadas podem encontrar informações sobre como chegar na Europa através do Mediterrâneo. A ONG Sea-Watch, atualmente presente no Mediterrâneo transportando migrantes para a Europa, faz parte da plataforma da WatchTheMed.

A ASGI colabora com as italianas Associazione 21 Luglio, Senza Confine (Sem Fronteiras), os Médicos pelos Direitos Humanos e a SIMM (Sociedade Italiana de Medicina de Migrações).


 

 

4. CILD (coalizão italiana por liberdades e direitos civis)

Criado em 2014, o CILD é uma rede de organizações que promove ‘direitos e liberdades para todos’, com campanhas de advocacia, ações públicas e legais. O CILD apóia o acesso mais fácil aos migrantes em face de ‘influxos mistos’. Depois de uma recente mudança na lei para receber menores desacompanhados na Itália, ela pressionou por uma mudança nas leis de cidadania, atualmente materializada na tentativa de mudar de ius sanguinis para ius soli. Isso quer dizer na linguagem jurídica, mudar o conceito de quem nasce filho de alguém que seja cidadão daquele país como condição para obter cidadania (ius sanguinis - ‘jus de sangue’), mudando o critério de para quem simplesmente nasce em solo daquele determinado país como condição de obtenção de cidadania (ius soli - ‘jus de solo’).

Seu manifesto inclui uma mudança de visão sobre a imigração, como um sistema de asilo, não criminal, baseado em deveres de acolhida e ampliação da cidadania.

As atividades do CILD incluem, o projeto Migração Aberta, muito parecido com o que foi aprovado no Brasil no ano passado sobre a nova regulamentação do imigrante, que foca na checagem de fatos sobre a imigração; os seus artigos abrangem críticas à investigação das ONGs no Mediterrâneo, a alegação de que os recursos para os refugiados não estão sobrecarregando o sistema judicial, e outra alegação de que os imigrantes estão super-representados no sistema carcerário devido à custódia preventiva, e isso seria a explicação do fato de que é registrado nos dados mostrando que os migrantes cometem crimes na Itália a 6 vezes a taxa dos nativos.


 

4.1 Rede da CILD

Inclui, entre outros:

A Buon Diritto: um grupo de defesa da questão da imigração financiado pela Open Society

ANSI (National Association Intercultural Press): promovido e constituído por jornalistas estrangeiros, apoiado pela Cospe e Open Society

Antígona: organização dos direitos e garantias do sistema penal, financiada pela Open Society

ARCI: grande movimento popular para promover a emancipação, com mais de um milhão de assinantes, apoiado pela Open Society

ASGI: detalhada acima; 

Associazione 21 Luglio: centrada na minoria cigana. Financiado pela Open Society

CIR (Conselho Italiano para Refugiados): financiado pela Open Society

Cittadini del Mondo (Cidadãos do mundo): promotor de fronteiras abertas, financiado pela Open Society

Cospe Onlus: detalhada acima 

Fondazione Leone Moressa: foco na imigração, financiado pela Open Society

Lunaria: foco na globalização e migração, colabora regularmente com a Open Society

NAGA: direitos dos migrantes com foco nos ciganos, financiados pela Open Society

PARSEC: instituto de pesquisa de estudos sociais com foco em imigração, criou o projeto ‘parlare civile’ (discurso civil) que enfoca a redação politicamente correta, apoiada pela Open Society;


 

5. Buon Diritto (boa lei)

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É um grupo de defesa voltado para a imigração, seu site está repleto de contribuições da Open Society. Seu presidente é Luigi Manconi, também conhecido como Simone Dessì, um ex-ativista do Lotta Continua('Luta Continua'), um partido comunista. Suas publicações incluem ‘Accogliamoli Tutti’ (Vamos dar as boas-vindas a todos), um livro que afirma que ‘a única política de imigração eficiente está dando boas-vindas a todos’, citando a migração substituta, a substituição de idosos, italianos falecidos com jovens imigrantes elemento da sua tese. Afirma que esta abordagem é baseada no ‘senso comum e numa abordagem pragmática para governar a imigração, não passivamente recebê-la’. O prefácio é do antigo Ministério da Integração da Itália Cécile Kyenge. Mas que em muito se assemelha ao Plano Kaergi.

Luigi Manconi (21 de fevereiro de 1948) politico, sociólogo e critico musical italiano, atualmente vive em Roma.Luigi Manconi (21 de fevereiro de 1948) politico, sociólogo e critico musical italiano, atualmente vive em Roma. Outra publicação é ‘Abolire il Carcere’, uma ‘proposta razoável de reforma para a segurança dos cidadãos’.

Suas iniciativas incluem:

- ‘Navigare a vista’ (Navegar à vista), um ‘conto de busca e salvamento de ONGs do Mediterrâneo’. 

- ‘A grande mentira dos navios de táxi: ONGs e resgate no mar’, uma conferência da qual participaram Luigi Manconi, Emma Bonino, ex-ministra das Relações Exteriores, e representantes das ONGs Proativa Open Arms, MSF e Save the Children, todos atualmente ativos no Mediterrâneo.


 

Conclusões

A rede, como exemplificada pelo CILDI, é extensa e complexa. Entre os ex-ministros, Kyenge (Imigração) e Bonino (Relações Exteriores), ambos diretamente responsáveis ​​pelo grande afluxo de migrantes que são aceitos à força na Itália, apoiam grupos que promovem a censura à imprensa, mas também fornecem apoio jurídico, defesa e publicações.

Apenas em alguns casos é possível inspecionar seus orçamentos, não exatamente uma característica que sugere transparência e abertura.

O principal tema da rede da Open Society é usar leis anti-discriminação para promover a migração ilimitada através da abolição das fronteiras. A ideia é claramente expressa no manifesto de muitas organizações. A maioria das organizações promove suas visões extremas como ‘baseadas em fatos’ ou ‘senso comum’ para se dar uma aura de abordagem científica, ao mesmo tempo em que fornece interpretação subjetiva e ideológica dos dados e omite informações inconvenientes. É também por isso que eles omitem a nacionalidade do criminoso. É equivalente a admitir que há um problema, mas não deve ser mencionado. Isso é típico de regimes totalitários, não democráticos e certamente não são sociedades ‘abertas’. O objetivo declarado de ‘informações corretas sobre o tema da imigração’ certamente não é alcançado dessa maneira.

Finalmente, a estratégia de não-fronteiras está sendo implementada com a ação generalizada do lobby de imigração em favor das ONGs que operam no Mediterrâneo. Seja por meio de financiamento ou publicações cobrindo o tópico, conferências, pesquisas ou canais de informação para migrantes, a rede fornece efetivamente apoio aos migrantes, independentemente de serem legais ou ilegais.

 

Fonte:   https://www.zerohedge.com/news/2017-07-16/soros-sponsored-immigration-network-exposed-italy    via    http://www.osentinela.org/2018/06/lobby-imigrante-quem-financia-crise-de.html

 

 


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Domingo, 18 de Novembro de 2018





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