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'Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos.' (Salmos 116, 15)


'...OS QUE FORAM DECAPITADOS POR CAUSA DO TESTEMUNHO DE JESUS E DA PALAVRA DE DEUS' (Ap 20, 4) - As decapitações dos Santos de Deus

‘E eu vi também tronos, que foram ocupados por aqueles a quem foi entregue o julgamento e também as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da Palavra de Deus e que não tinham adorado a besta ou sua imagem, nem recebido o seu sinal na testa ou nas mãos.’ (Apocalipse 20, 4)

 

As decapitações dos Santos de Deus

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Como diz no Apocalipse, o testemunho em Jesus e no Evangelho estará sendo o motivo de ódio por parte de todos.  

'E, por causa do meu Nome, sereis odiados de todos. Contudo, aquele que permanecer firme até o fim será salvo. Quando, porém, vos perseguirem num lugar, fugi para outro; pois com toda a certeza vos asseguro que não tereis passado por todas as cidades de Israel antes que venha o Filho do homem.' (Mateus 10, 22-23)

E a grande prova diante do Altíssimo é escolher morrer, amar a Deus mais que a própria vida. Não negar sua própria fé em Jesus, mas dar testemunho dela, seja através de palavras, de atos, ou, para aqueles que estiverem destinados a morrer por Cristo, então, dar a própria vida.

A perseguição aos cristãos, a guerra religiosa contra cristãos, por parte do exército da bandeira negra já avança em vários locais do mundo. E uma das formas adotadas para executar suas vítimas é a decapitação

Veja algumas notícias:

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Os jihadistas do Al-Shabab, ligados à al-Qaida, desde o ano passado vem sendo considerado o grupo extremista islâmico mais mortífero da África, tendo matado 4200 pessoas somente em 2016. Membros pertencentes ao grupo terrorista Al Shabaab mataram 13 pessoas no último fim de semana de julho (2017), na região litoral do Quênia. De acordo com um sobrevivente, várias das vítimas foram decapitadas.

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Em fevereiro de 2015, um vídeo circulou na web divulgando a decapitação de 21 cristãos egípcios, sequestrados na Líbia pelo Estado Islâmico. A gravação foi intitulada ‘Uma mensagem assinada com sangue para a nação da cruz’ 

Padre Jacques Hamel, decapitado em 25 de julho de 2017, por dois terroristas do Estado Islâmico (ISIS).Padre Jacques Hamel, decapitado em 25 de julho de 2017, por dois terroristas do Estado Islâmico (ISIS).

Em 25 de julho de 2017, o padre Jacques Hamel foi decapitado por dois terroristas do Estado Islâmico (ISIS) que invadiram a igreja de Saint-Etienne-du-Rouvray, perto de Rouen, na Normandia, às 9 horas. Além do padre de 86 anos, ficaram nas mãos dos jihadistas duas freiras e outros dois fiéis, sendo que Hamel é, até agora, a única vítima a registar do acidente, sendo que uma das outras 4 vítimas está em estado crítico.

 

Veja também:

Um pastor africano foi decapitado por resistir a um ataque ao terreno de sua igreja

Jornalista cristão decapitado pelo grupo terrorista Estado Islâmico

Jovem cristão assassinado e decapitado por jihadististas 

Terroristas decapitam cristãos no Quênia   

 

O avanço do extremismo islâmico – respaldado pelo Alcorão – não nega as vertentes de violência que regem a crença. Veja alguns trechos do Alcorão, e observe:

 

‘Ó crentes, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos! Que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Allah não encaminha os injustos.' (Alcorão, Surata 5,51)

Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos.’ (Alcorão, Surata 2,191)

E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Allah. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos.’ (Alcorão, Surata 2,193)

‘Os judeus dizem: Ezra é filho de Allah; os cristãos dizem: O Messias é filho de Allah. Tais são as palavras de suas bocas; repetem, com isso, as de seus antepassados incrédulos. Que Allah os combata! Como se desviam! 31. Tomaram por senhores seus rabinos e seus monges em vez de Allah, assim como fizeram com o Messias, filho de Maria, quando não lhes foi ordenado adorar senão a um só Allah. Não há mais divindade além d'Ele! Glorificado seja pelos parceiros que Lhe atribuem!’ (Alcorão, Surata 9, 30 e 31)

‘O castigo, para aqueles que lutam contra Allah e contra o Seu Mensageiro, e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé de lados opostos, ou banidos. Tal será, para eles, uma desonra neste mundo e, no Outro, sofrerão um severo castigo.’ (Alcorão, Surata 5,33)

‘E quem quer que almejar (impingir) outra religião, que não seja o Islã, jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.’ (Alcorão, Surata 3, 85) 

‘Ó adeptos do Livro, não exagereis em vossa religião e não digais de Allah senão a verdade. O Messias, Jesus, filho de Maria, foi tão-somente um mensageiro de Allah e Seu Verbo, com o qual Ele agraciou Maria por intermédio do Seu Espírito. Crede, pois, em Allah e em Seus mensageiros e não digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Allah é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho. A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, e Allah é mais do que suficiente Guardião.’ (Alcorão, Surata 4,171)

‘E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos crentes! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!’ (Alcorão, Surata 8, 12)

‘E quando vos enfrentardes com os incrédulos (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros. Libertai-os, então, por generosidade ou mediante resgate, quando a guerra tiver terminado. Tal é a ordem. E se Allah quisesse, Ele mesmo ter-Se-ia livrado deles; porém, (facultou-vos a guerra) para que vos provásseis mutuamente. Quanto àqueles que foram mortos pela causa de Allah, Ele jamais lhes desmerecerá as obras.' (Alcorão, Surata 47, 4)


Para entender um pouco sobre o Alcorão:

Como tudo começou:

Numa caverna próxima à cidade de Meca, atual Arábia Saudita, o mercador Muhammad ibn Abdallah dormia tranquilo, quando, de repente, foi arrancado do sono por uma devastadora sensação da presença divina. Ele tinha 40 anos e aquela era sua primeira experiência sobrenatural. Um anjo apareceu-lhe e ordenou: ‘Recita!’ Muhammad tentou argumentar que não era digno de pronunciar palavras divinas, mas o anjo abraçou-o com força, fazendo-o soltar todo o ar do pulmão. ‘Recita!’, insistiu. O mercador obedeceu. Recitou aquela vez e continuou recitando a cada vez que o anjo falava com ele. Isso durou 23 anos, até sua morte, em 632 d.C. As palavras divinas proferidas por Muhammad – ou Maomé, como o chamamos em português – foram reunidas versículo por versículo no Alcorão (em árabe, ‘recitação’), livro sagrado seguido até hoje por um quarto da população mundial – 1,3 bilhão de pessoas.

Os 114 capítulos do Alcorão, chamados de suras, estão ordenados por temas. Entre os seus 6 326 versículos, há desde instruções para o casamento até regras sobre como o governante deve agir na cobrança de impostos.

O entendimento do Islamismo, no entanto, vai além do Alcorão. Quando morreu, em 632, Maomé deixou a seus seguidores, além do livro sagrado, seu exemplo de vida, que, segundo Alá, deve ser imitado. Essa tradição, que, em árabe, diz-se suna, é composta pelos atos e dizeres de Maomé, chamados de hadiths. Para os muçulmanos, os hadiths são leis, inferiores apenas ao livro sagrado e vigoram até hoje, regendo boa parte da vida cotidiana.

Os versículos sobre a guerra são muitos e estão espalhados por 12 capítulos no Alcorão, contudo, é preciso entender que a exegese desses versículos é complexa e ambígua por uma série de razões:

1) porque a revelação foi sendo transmitida durante 23 anos ao Profeta Muhammad e aos muçulmanos, sempre oralmente;

2) porque os registos dessas revelações estiveram em materiais de vários tipos, desde peles de animais a folhas de plantas, entre outros, e são produto de discursos de retórica e dialética, dentro de determinado tempo e contexto situacional;

3) porque a compilação destes manuscritos aconteceu mais de 100 anos após o desaparecimento do Profeta;

4) porque a redação do Alcorão foi ainda mais tardia e provavelmente obedecendo a critérios de seleção, organização e ab-rogação questionáveis;

5) porque a apresentação dos capítulos não é cronológica: as últimas revelações aparecem primeiro, e as primeiras revelações surgem no fim;

6) porque houve versículos omitidos ou integrados em capítulos onde se pensava, à época, fazerem mais sentido (e de acordo com os interesses religiosos e políticos do momento e das facções que existiam);

7) porque a linguagem poética dos árabes pré-islâmicos merece sempre uma análise cuidada pela multiplicidade de interpretações e traduções;

8) porque há necessidade de conhecer o pensamento, a organização social, política e econômica dos árabes pré-islâmicos para que a exegese do alcorão seja analisada por analogia ou contradição a algo que já existia; e, finalmente,

9) porque as interpretações e traduções posteriores à redação do alcorão acabaram por permanecer numa ordem que se tornou hegemônica na versão dominante da canonização islâmica que não passou do século XII/XIII depois da morte de Averróis, quando no Islão se fecharam as portas da Ijtihad, ou o processo de análise humanista.


 

Assista ao vídeo: Os cristãos decapitados não negaram a Cristo

 

 

‘E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos. Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus. Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida.’ (Apocalipse 12, 9-11)

 

'(...) O caos, a desolação e a morte se apoderarão da cidade das sete colinas e o exército da bandeira negra crucificará a muitos de Meus filhos. A Via Pia da Cidade Eterna se converterá em um calvário. Em todos os cinco continentes haverá perseguições e derramamentos de sangue da parte de Meus filhos fiéis. Não haverá justiça para os perseguidores, estes estarão apoiados pelas autoridades e pelos governos que servem a Meu adversário. Povo Meu, se aproxima a hora de vosso calvário, mas não temais! Eu não vos abandonarei, irei adiante de vós carregando a Minha Cruz; quando chegar o momento de vosso martírio, Meu Santo Espírito vos tomará e vos levará para a Glória Eterna.(...) ’ (Jesus o Bom Pastor, em 21-04-2017 – Saiba mais clicando AQUI

 

'Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.’ (Apocalipse 2, 10)

 

E então, você ainda duvida que está se cumprindo o Apocalipse, capítulo 20, versículo 4?

 

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/terroristas-decapitam-cristaos-no-quenia/

https://super.abril.com.br/historia/a-palavra-de-deus/

Fonte das Suratas citadas no artigo: http://files.islamcuiaba.com/200000057-75c0376b85/GratisQuranPortFinal.pdf

 

 


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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2018





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