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"EIS QUE EU VOS ENVIAREI O PROFETA ELIAS, ANTES QUE VENHA O GRANDE E TERRÍVEL DIA DO SENHOR" (Ml 3,23)

São Elias, Convento da Encarnação, Ávila, Espanha.São Elias, Convento da Encarnação, Ávila, Espanha.

Sobre o profeta Elias

 

“Eis o que se passou no dia em que o Senhor arrebatou Elias ao céu num turbilhão: Elias e Eliseu partiram de Gálgala.” (II Reis, 2, 1)
“Continuando o seu caminho, entretidos a conversar, eis que de repente um carro de fogo com cavalos de fogo os separou um do outro e Elias subiu ao céu num turbilhão. Vendo isso, Eliseu exclamou: “Meu pai, meu pai! Carro e cavalaria de Israel!”. E não o viu mais.” (II Reis, 2, 11-12).

 

O profeta Elias, cujo nome significa “Deus é o Senhor”, é um dos maiores do Antigo Testamento. Sua importância cresceu porque ele não teria morrido, mas foi levado aos céus em um carro de fogo (2Reis 2).
Pela sua importância, o profeta Malaquias diz: “Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor” (Malaquias 3,23)
A Bíblia assim apresenta o profeta: “Elias, tesbita, um dos habitantes de Galaad...” (1Reis 17,1) Sua gesta é contada a partir do capítulo 17 de 1Reis. Elias não teria morrido e habita num local desconhecido que os teólogos discutem. O nome tesbita provém de sua cidade natal Tesba, ou Tisbé, em Galaad, hoje desaparecida. Elias volta a aparecer na Transfiguração de Cristo e, segundo opinião dominante, é uma das duas testemunhas que comparecerão no fim do mundo para pregar contra o Anticristo.

 

“As necessidades da Igreja clamam pela missão de Elias.” (Beato Palau, Jornal “El Ermitano” nº 21, 1º-04-1869)



Quem foi Beato Palau

O bem-aventurado Francisco Palau nasceu no dia 29 de dezembro de 1811 em Aitona, na província espanhola de Lérida, e faleceu em 20 de março de 1872 esgotado pelo socorro prestado às vítimas de uma epidemia em Tarragona. Fundou em Barcelona a “Escola da Virtude”, modelo de ensino catequético. Em 1860-61 fundou congregações de irmãos e irmãs carmelitanas terceiras, que deram origem posteriormente às congregações de Carmelitas Missionárias Teresianas e às Carmelitas Missionárias. Pregou missões populares e difundiu a devoção a Nossa Senhora. Foi beatificado em 24 de abril de 1988. Sua festa litúrgica se celebra em 7 de novembro. Beato Palau.Beato Palau.

Beato Palau professou solenemente seus votos na Ordem Carmelitana em 15 de novembro de 1833, tempo de perseguição religiosa. Em 25 de julho de 1835 as turbas republicanas, socialistas e comunistas incendiaram os conventos e as casas religiosas, inclusive o convento do Beato em Barcelona. Ele teve que partir para o exílio e usou o resto de sua vida o hábito carmelita por baixo de uma batina de padre secular. Escolheu para morar uma gruta a dois quilômetros de Aitona, hoje conhecida como Cueva del Padre Palau e transformada em santuário mariano. Mas a perseguição chegou até ali. Ele sofreu atentados de morte e teve que se exilar na França, onde ficou por onze anos até 1851. Na França, a sua fama de santidade se espalhou entre o povo e a nobreza. Isso foi tomado como pretexto para também ser perseguido pelo anticristianismo. Voltou à Espanha em 13 de abril de 1851. Nomeado diretor espiritual do seminário diocesano de Barcelona, ele organizou a “Escola da Virtude” na paróquia de Santo Agostinho. O extraordinário sucesso da Escola em tirar o povo da influência revolucionária anticristã motivou arruaças socialistas e comunistas. O governo liberal então fechou a Escola e desterrou  o Beato Palau para a ilha de Ibiza. Ali ele permaneceu durante seis anos e fundou uma ermita e um oratório consagradas à Mãe de Deus do Carmo. A igreja hoje restaurada, em sua época foi um centro de romarias na ilha.

É autor de vários livros. No fim de sua vida retornou a Barcelona, após ser inocentando pela Justiça das difamatórias acusações contra ele levantadas. Mas a Escola da Virtude continuou proibida pelo governo liberal. Logo España entrou em guerra civil. Os religiosos que saíssem na rua com suas batinas ou hábitos podiam ser assassinados. Então, ele concebeu, dirigiu e foi o principal redator do semanário “El Ermitaño” de categórica posição católica e contrarrevolucionária. Nele publicou até morrer suas reflexões sobre o presente e o futuro da Igreja. Seus escritos se destacam pelas suas luzes proféticas. Nos anos finais da vida, o Beato Palau trabalhou muito como exorcista. Até concebeu o projeto de uma Ordem de exorcistas e enviou ao Concilio Vaticano I um amplo escrito sobre o tema. Muitas das formulações mais caras ao Beato encontram-se incluídas no exorcismo para uso público e privado aprovado por S.S. Leão XIII em 18 de maio de 1890 (Cfr. Acta Sanctae Sedis vol. XXIII, pp. 743-746). O famoso Pe. Gabriele Amorth, exorcista de Roma recentemente falecido, teria se inspirado no Beato Palau na prática e na apologia do exorcismo.
Em seu jornal “El Ermitaño”, o Beato Palau tratou especialmente dos eventos de sua época. Ele via os problemas religiosos, políticos, sociais, econômicos – e até tecnológicos – como fazendo parte de um só e imenso movimento que, animado por Lúcifer e seus sequazes, procurava derrubar a Igreja Católica e a ordem social cristã. Arguto e intenso analista das informações que chegavam a Barcelona através dos telégrafos e dos jornais, ele teceu visualizações da política humana inspiradas pela Fé e pelos seus estudos teológicos às quais é difícil recusar uma inspiração profética.

 

Beato Palau e a intervenção divina pela mão do profeta Elias

Talvez em época alguma da História o mal se exibiu tão triunfante. Basta olharmos em torno de nós. As leis iníquas e até irracionais que são aprovadas, os costumes morais desfeitos, a família perseguida, a propriedade corroída por normas ou governos socialistas, a corrupção dentro e fora da Igreja, etc. O Pe. Palau já via isso e entrevia a tremenda piora universal que adviria. Via também a paralisia da maior parte do clero, bispos e cardeais incluídos, em face do inimigo de Deus e do gênero humano. Mas, para o santo carmelita não estava tudo perdido. Pelo contrário quanto maior a degringolada social e religiosa mais próxima via a grande hora da intervenção salvadora de Deus.
Mas, como?
Deus agiria diretamente?
Por meio de seus santos e anjos?
Por meio de enviados especiais?
A muitos santos, Deus mostrou, em visão, a futura vinda dos Apóstolos dos Últimos Tempos para restaurar a Igreja e a ordem das nações. O profético carmelita vasculhava os Livros Sagrados e os ensinamentos de Padres e Doutores da Igreja a respeito. Via algo disso? Sim, e concluiu que a intervenção divina se faria pela mão do profeta Elias e de seus discípulos.
As Escrituras nos falam que Elias foi arrebatado por Deus num carro de fogo (II Reis, 2). E é mantido vivo por vontade divina em algum local que desconhecemos aguardando o momento de voltar à Terra e dar fim à enganação do anticristo e o reinado de Satanás e de seus sequazes.
A especialista na temática do Exorcistado que estamos citando, Sor Josefa Pastor Miralles CMT, destacou no Congresso em Roma que o beato “Palau concatenava o tema do Exorcistado com a missão do profeta Elias e dos filhos dos profetas:

“’recebereis [seus filhos] seu espírito. No espírito de Elias jogareis os demônios no inferno.
“’A queda dos demônios no inferno será o signo do triunfo da Igreja. “’
Elias, profeta grande, e os filhos de sua ordem, vós sois e em diante vós sereis o dedo de Deus e os combatentes nas batalhas de Deus contra os demônios e contra a Revolução’”.

El Ermitaño nº 1, 5 de novembro de 1868.El Ermitaño nº 1, 5 de novembro de 1868.
Segundo o religioso carmelita, o maior triunfo do tentador infernal é fazer acreditar que ele não existe. Por isso Deus ordenava de forma peremptória que fosse desvendado que o diabo existe e está agindo de modo muito concreto na vida quotidiana, seja ele em pessoa, ou a través das legiões infernais ou de seus subalternos humanos.

“Qual era este maior triunfo?” pergunta Sor Josefa.
“Não acreditar que existe o demônio. Ou se se crê, achar que são casos raros que acontecem.
“Sugeria a criação de casas de asilo, de acolhida, segundo pedia a ordem de Deus: ‘em meu nome precipitarás os demônios, imporás as mãos sobre os enfermos e ficarão curados’”. 

A ação diabólica nos fatos políticos ficou ainda mais patente para o santo carmelita a partir de setembro de 1868. Nessa data estourou uma sublevação militar que derrocou a monarquia e exilou a rainha Isabel II. A revolução alimentou o furor anticatólico. O Beato Palau não podia sair às ruas de Barcelona com batina pois poderia ser morto no ato. Do lado monarquista legitimista, ou carlista, se anunciava uma nova guerra civil. O bem-aventurado não hesitou. Criou e dirigiu o jornal “El Ermitaño”, semanário religioso, político e literário com o rótulo “Viva Deus – Liberdade – Soberania nacional – Sufrágio universal”. O principal redator – ele próprio – assinava como um mítico ermitão morador do inabitável penhasco do Vedrà, junto à ilha de Ibiza. Desde lá abria fogo sobre os verdadeiros instigadores infernais da Revolução que flagelava Espanha e o mundo.

“No primeiro número, de 5 de novembro de 1868, a primeira página era ilustrada com um frade ermitão com o brado provocador do arcanjo São Miguel ‘Quem como Deus! Glória a Deus’, cita a religiosa. “Era uma resposta explícita ao público desafio do médico ateu e Prefeito de Barcelona, deputado nas Cortes, Francisco Suñer y Capdevila, público inimigo da religião católica e do clero que se apresentou precisamente nas Cortes com o cartaz ‘Guerra a Deus! Morte a Deus!’. “A partir do número 17, 25 de fevereiro de 1869, estabelecidas as Cortes Constituintes, o semanário mudou o rótulo por ‘Lei – Autoridade – Liberdade’. “Pero manteve o mesmo objetivo: o demônio em sentido católico assumiu e assume nos assuntos da sociedade uma parte importantíssima: sua ação considerada em relação com os indivíduos, famílias e nações faz a História.
“As denúncias contra o semanário ‘El Ermitaño’ se somaram ao acúmulo de perseguições contra o Pe. Palau e Santa Cruz de Vallcarca foi objeto de inspeções por parte de autoridades civis e sanitárias. (...) “Os protestos continuados e constantes do Pe. Palau caiam no vazio, mas em sua condição de sacerdote não renunciava ao lema ‘Guerra contra o diabo e o pecado’”. “El Ermitaño” acompanhava cuidadosamente as notícias dos jornais espanhóis e os telegramas das agências de prensa que chegavam a Barcelona. Toda semana oferecia a seus leitores um resumo desse noticiário, cuidadosamente articulado para o público católico não cair nas enganações do poder midiático.
A engrenagem dos fatos políticos nacionais e internacionais; das revoluções que marcariam a História como a Comuna de Paris; dos pormenores da guerra franco-prussiana e das consequências que traria para o mundo; os detalhes do andamento do Concilio Vaticano I e os planos maçônicos contra a Cidade dos Papas; os grandes projetos e inventos, etc.: tudo fazia para ele parte de um imenso plano desenhado no inferno e executado por homens na Terra. O objetivo final: o estabelecimento do império do Anticristo, a suprema revolta contra Deus e sua Santa Igreja.

A política e a teologia, El Ermitaño nº 127, 18 de abril de 1871.A política e a teologia, El Ermitaño nº 127, 18 de abril de 1871. “Dissemos e o repetiremos até o cansaço: um só deus, uma só religião, um único império universal, um só monarca: esse será o Anticristo. “Aqui a Revolução atingirá seu termo e sobre as ruínas do império do mal, Cristo estabelecerá o Reino de sua Igreja”. Isso posto, escreve Sor Josefa Pastor, o Pe. Palau decidiu apresentar um apelo extremo ao Concílio Vaticano I pela sistematização do ministério eclesial do Exorcistado e assim cortar a estrada à conjuração infernal-maçônica.
Assim resume a especialista os objetivos do apelo:

Primeiro. Autorizar aos prelados ordinários para que em cada diocese fosse nomeado um número suficiente de presbíteros que exercessem como exorcistas.

Segundo. Fundar casas nas quais fossem acolhidos os necessitados, doentes, maleficiados, energúmenos, oferecendo-lhes os auxílios pertinentes, após prévio discernimento e diagnóstico médico”.


O Pe. Palau partiu para Roma em 20 de janeiro de 1870 com seu documento impresso: “O Exorcistado. Influencia deste ministério sobre a ruína e salvação da sociedade atual”.

Pe. Gabriele Amorth, exorcista da diocese de Roma.Pe. Gabriele Amorth, exorcista da diocese de Roma.  
Pe. Gabriele Amorth, famoso exorcista de Roma (1925 - 2016) sobre o Beato Palau:
“Eu procuro seguir a linha iniciada por um santo espanhol, o Beato Francisco Palau, carmelitano, que já em 1870 veio a Roma falar sobre o exorcismo com o Papa Pio IX.

“Voltou depois a Roma durante as sessões do Concílio Vaticano I, para que se tratasse da necessidade de exorcistas.

“Com a interrupção daquele Concílio em razão da tomada de Roma, o assunto sequer foi levantado.” (Fonte: CATOLICISMO, agosto de 2000).

No século XX, o exorcista oficial da diocese de Roma, o benemérito Pe. Gabriele Amorth movido por esse documento iniciou uma cruzada pelo Exorcistado, fundando a Associação Internacional dos Exorcistas dedicada a essa tarefa fundamental. De retorno a Barcelona, mais uma vez, parecia que seus mais profundos anelos inspirados pela graça não haveriam de se realizar pela oposição do establishment eclesiástico.


Resume Soror Pastor:

“O sucessor do bispo de Barcelona Juan de Palau y Soler condenou de imediato e sem prévio aviso ao carmelita privando-lhe de todas suas licenças ministeriais.
“O ofício cominatório incluía a qualquer outro sacerdote que residisse em Els Penitens com expressa proibição do ato de exorcizar e ler o Evangelho sobre os energúmenos. (...)
“Nova epidemia assolou Barcelona e adjacências. O comando do exército ocupou Els Penitens cujos terrenos foram embargados.
“Em 30 de outubro de 1870 todos os residentes, 39 pessoas com o Pe. Francisco e seus irmãos foram conduzidos aos cárceres públicos de Barceloneta que precisamente haviam sido evacuados por causa da epidemia. (...)

“Um ano e meio depois morreu o Pe. Palau, declarado inocente e sem culpa juridicamente de todo indiciamento e delito.
“Duas de suas derradeiras frases no leito de morte: (...)
– “Eu amo a Igreja. Jamais me afastei de seu julgamento.”
– “Já, já é a hora Teresa”.
Com estas palavras entregou sua alma a Deus, em Tarragona, 20 de março de 1872. Foi beatificado pelo Papa João Paulo II no dia 24 de abril de 1988.
 

Abaixo, alguns extratos retirados de seus estudos teológicos, com clara inspiração profética.

“A Revolução é todo o poder político dos governos da terra, e sua cabeça é o Anticristo. Vemos já todo o corpo, isto é, todos os reis da terra ligados por uma única ordem: Guerra a Deus! “Só falta que apareça a cabeça, e essa vai receber seus poderes vindos do diabo. No Anticristo, o diabo atingirá o poder no mais alto degrau que lhe pode ser consentido sobre a terra” (“Crímenes y atrocidades de la magia maléfica”, El Ermitaño, Nº 33, 17-6-1869).

 

“Isto é o que temos em vista: vemos o corpo do Anticristo; sua cabeça não aparece ainda, mas sim vemos já formado seu império”, a Revolução. (“Fin del mundo: aparición de Elías Tesbites”, El Ermitaño, Nº 120, 23-2-1871).

 

“Sendo impotente (a sociedade atual)  para se salvar com o auxilio ordinário de sua graça, Deus lhe enviará uma missão e será a missão derradeira. (...)
“içada aquela mesma bandeira, que no Céu (...) inscreveu em seu pano este lema guerra a Deus! segurada nada menos que pelo anjo supremo que subjugou todas as nações em nossos dias (...)
“Contra essa bandeira é impotente Pio IX, segundo o curso regular e ordinário das coisas; e o é igualmente o bispo, o é o pároco, o são as ordens religiosas, o é o clero católico, o é o povo, o é a Igreja.
“Confessemos humilhados nossa impotência. (...) (a Igreja) necessita de uma missão extraordinária.
“Quem serão esses homens escolhidos por Deus para Lhe oferecer o triunfo conquistado na batalha? (...) Repetiremos o mesmo: virá um apostolado (...)
“Será tão estupenda a última missão que Deus prepara para sua Igreja, que a voz dos apóstolos calará a política”
 (“Un rayo de la aurora boreal”, El Ermitaño, Nº 172, 22-2-1872).

 

Nosso Senhor Jesus Cristo prometeu ao pé do monte Tabor que Elias, na verdade, está para chegar, e restabelecerá tudo” (Mt, 17, 11).

“Caminhará diante do Senhor no espírito de Elias para conduzir os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos a fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto” (Lc, I, 17).

Santo Tomás de Aquino também conclui: Henoc foi levado para o paraíso terrestre, onde se crê que, juntamente com Elias, viverá até que ocorra a vinda do Anticristo”. (Suma Teológica, Parte III, questão 49, artigo 5, objeção 2).

O Eclesiástico também diz de Elias: “Tu que foste escolhido pelos decretos dos tempos para amenizar a cólera do Senhor, reconciliar os corações dos pais com os filhos, e restabelecer as tribos de Jacó” (Eclesiástico, 48, 10) .

No Apocalipse, Deus anuncia para os últimos tempos: “incumbirei às minhas duas testemunhas, vestidas de saco, profetizarem por mil duzentos e sessenta dias. São eles as duas oliveiras e os dois candelabros que se mantêm diante do Senhor da terra” (Ap, XI, 3 e 4.).

 

Elias recomporá as coisas eclesiásticas em sua devida ordem com mão potente, banirá do seio da Igreja os falsos políticos, anticristãos, essas falanges de escritores e doutores que em nome de Cristo seduzem os povos, e limpará o templo de Deus das abominações com que o emporcalham os maus católicos” (“La guerra al imperio universal”, El Ermitaño, Nº 102, 20-10-1870).

 

“O objeto principal da missão de Elias será arregimentar todos os elementos católicos fiéis a Deus” (“Cálculos del Ermitaño”, El Ermitaño, Nº 163, 21-12-1871).

 

“Seguindo o seu exemplo, os elementos católicos que tiverem perseverado em meio às provas terríveis a que serão expostos, recuperarão vida, virtude, força.” (“El triunfo de la Iglesia”, El Ermitaño, Nº 97, 15-9-1870).

 

“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor.” (Malaquias 3,23)
 

 

Segmentos extraídos de:https://aparicaodelasalette.blogspot.com/p/beato-palau.html

 

 


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Quinta-feira, 06 de Agosto de 2020







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