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5 pecados que muitas vezes esquecemos de confessar

 

1 – O pecado da omissão

Muitas vezes nos lembramos do mal que fizemos mas esquecemos de examinar também o bem que, podendo e devendo fazer, deixamos de realizar.

Você deixou de ajudar alguém quando realmente podia fazê-lo? Calou-se diante de uma injustiça quando deveria ter se manifestado? Foi indiferente às necessidades concretas do próximo? Negligenciou deveres de caridade que estavam ao seu alcance?

Jesus também nos chama à responsabilidade pelo bem que deixamos de fazer: “Pois eu estava com fome e não me destes de comer.” (Mt 25, 42)

O pecado também pode acontecer por pensamentos, palavras, atos e omissões.

 

2 – Ferir a honra e a reputação do próximo

Nem sempre é preciso  inventar uma mentira para ferir alguém. Às vezes, basta divulgar, sem razão objetivamente válida os defeitos e as faltas de uma pessoa.

Você faz julgamentos precipitados sobre as intenções dos outros? Faz comentários maldosos? Revela erros de alguém sem necessidade? Compartilha fofocas ou acusações sem saber se são verdadeiras?

O Catecismo nos alerta contra: o juízo temerário; a maledicência; a calúnia. Esses pecados ferem a verdade, a honra e a reputação do próximo. (Cf. Catecismo da Igreja Católica, nn 2477-2479)

Antes de falar sobre alguém, pergunte-se: É verdade? É necessário? É caridoso?

 

3 – Recusar-se a perdoar

Guardar deliberadamente o rancor, alimentar o ódio e desejar o mal ao próximo também precisa ser levado a sério em nosso exame de consciência.

Perdoar não precisa:

- dizer que o mal não aconteceu;

- aprovar uma injustiça;

- abrir mão da legítima justiça;

- esquecer imediatamente a dor;

- restabelecer uma relação sem prudência.

Perdoar é renunciar à vingança e entregar a Deus o julgamento, pedindo a graça de não alimentar o ódio.

Jesus nos ensina: “Perdoai e sereis perdoados.” (Lc 6, 37)

 

4 – A soberba espiritual

Este é um pecado que pode ser difícil de perceber.

Ele aparece quando pensamos:

- Sou melhor do que os outros.

- Minha fé me torna superior.

- Eu não preciso me converter.

- Os outros precisam mudar, mas eu não.

A soberba pode nos levar a confiar mais em nossa própria justiça do que na graça e na misericórdia de Deus.

Jesus nos adverte: “Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado.” (Mt 23, 12)

 

5 – A indiferença para com Deus

Não é preciso negar a existência de Deus para começar a viver como se Ele não tivesse lugar em nossa vida.

Examine-se:

- Tenho negligenciado deliberadamente a oração?

- Tenho colocado Deus sempre em último lugar?

- Participo da vida da Igreja com fé ou apenas por hábito?

- Tenho buscado receber os sacramentos com a devida preparação?

- Encontro tempo para tantas coisas, mas nunca para Deus?

“Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mt 6, 21)

Deus não deve ocupar apenas o tempo que sobra. Ele nos chama a amá-Lo “de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento” (cf. Mt 22, 37).

Visto em: Padre Vagner Baia CN  @padrevagnerbaia

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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2026










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