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QUE O ESPÍRITO SANTO ILUMINE OS OLHOS DO VOSSO CORAÇÃO...

 

“Sois assim tão levianos? Depois de terdes começado pelo Espírito, quereis agora acabar pela carne?” (Gl. 3, 3)

Este texto, mais uma vez, é um alerta para os oficialistas mornos (“Mas como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te. Pois dizes: Sou rico, faço bons negócios, de nada necessito – e não sabes que és infeliz, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que compres de Mim ouro provado ao fogo, para ficares rico; roupas alvas para te vestires, a fim de que não apareça a vergonha de tua nudez; e um colírio para ungir os olhos, de modo que possas ver claro. Eu repreendo e castigo aqueles que amo. Reanima, pois, o teu zelo e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir Minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos, Eu com ele e ele Comigo. Ao vencedor concederei assentar-se Comigo no Meu Trono, assim como Eu venci e Me assentei com Meu Pai no Seu Trono. Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” Ap. 3, 16-22), aqueles que escondem-se nas frágeis palavras e promessas dos homens e de suas instituições.

Dizem muitos: “…eu prefiro errar com a igreja…” Os judeus que trocaram JESUS por Barrabás também preferiram errar com a igreja daquela época (Sinédrio=Vaticano), insuflados pela “garantia” dada por Caifás, “papa” do Judaísmo, Igreja de DEUS naquele tempo…

Será que muitos cristãos oficialistas, orgulhosos e impiedosos de hoje (e que se têm por fidelíssimos e piedosíssimos…) se estivessem em frente ao Palácio de Pilatos naquele fatídico dia, também não teriam condenado a JESUS?

O medo de enfrentar a realidade, por mais dura que seja, pois anunciada e confirmada na poderosa Palavra de DEUS, também pode levar a estes desatinos. O endurecimento dos corações abre passagem para a ação dos demônios, e causa a cegueira espiritual.

Somente aqueles que praticam uma autêntica fé cristã em toda a sua extensão e exigências (entrega, privações, incompreensões e perseguições) conseguem ser agraciados com o verdadeiro discernimento.

“Por aquele tempo, JESUS pronunciou estas palavras: Eu te bendigo, Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, Eu te bendigo, porque assim foi do teu agrado.” (Mt. 11, 25-26)

 

Discernindo a Estratégia de Satanás na Igreja Hoje

Por Harold Walker

Um Conflito Cósmico

Apesar de muitas vezes não nos apercebermos do fato, estamos vivendo nas fases finais de uma batalha milenar entre Deus e Satanás. Como bons cristãos, estamos todos de acordo que o mundo não veio a existir pelo acaso, mas foi criado por Deus com um propósito específico. Chamamos esse propósito de plano eterno de Deus. Também estamos todos de acordo que há um inimigo poderoso que tem procurado, desde o início da história até hoje, frustrar esse plano de Deus. Portanto, podemos afirmar que uma autêntica cosmovisão cristã tem de apresentar, como elemento central, esse conflito mortal entre Deus e Satanás.

Infelizmente, uma grande maioria dos cristãos, hoje, ainda não entendeu as implicações disso. Seja pela ênfase em muitas igrejas na pregação do evangelho da prosperidade, seja pela falta de ensino bíblico coerente e sistemático a respeito do pensamento de Deus através da história, seja por outro motivo qualquer – a verdade é que apenas uma pequena minoria dos cristãos sabe que estamos no meio de uma guerra de vida e morte. Dois fios paralelos percorrem toda a história. O primeiro é o mistério da piedade (1 Tm 3.16), que é o plano redentor de Deus se desenrolando apesar de constantes aparentes retrocessos. O segundo é o mistério da iniqüidade (2 Ts 2.7), que é a manifestação progressiva dos intentos de Satanás, os quais, apesar de parecerem mais bem-sucedidos, serão derrotados no fim.

Satanás foi derrotado terminantemente na cruz do Calvário, mas ainda exerce tremendo poder e influência, não só no mundo, mas também na igreja. E uma das maiores armas que ele usa para este fim é o engano. Jesus disse: “A verdade vos libertará” (Jo 8.32), mas a verdade custa caro, e os homens, muitas vezes até os cristãos, preferem ser enganados (Jo 3.19-21; 2 Ts 2.10-12). É por esse motivo que Satanás continua tendo poder, apesar de já ser um derrotado.

Deus não quer vencer Satanás pelo poder, o que seria muito fácil, porque isso frustraria seu propósito eterno. Ele quer vencê-lo pela verdade, pelo direito, pelo amor e pela fraqueza. Por quê? Porque Deus não está focalizando sua atenção nele e, sim, na grande jóia que pretende obter de todo esse processo – uma igreja gloriosa, uma humanidade redimida, um povo com sua natureza para reinar com ele por toda a eternidade.

Assim como, no livro de Jó, vemos Deus interessado em Jó e não em Satanás, no seu plano eterno, Deus está interessado em nós e não em Satanás. Seria fácil esmagar Satanás com seu infinito poder, mas ele quer esmagá-lo debaixo de nossos pés (Rm 16.20). Seria fácil pegar Satanás pelo pescoço, enfiar o dedo em seu rosto e forçá-lo a enfrentar a verdade, mas ele quer usar a igreja para envergonhar Satanás (Ef 3.10,11; Ap 12.11). Deus quer que nós, diante desse terrível inimigo, aprendamos a discernir suas armadilhas e a vencê-lo, não pela sabedoria ou pelo poder, mas pelo amor à verdade e pela fé na palavra e caráter de Deus.

 

A Fuga da Responsabilidade Pessoal

Diante disso tudo tenho ficado muito preocupado com o estrago que o inimigo tem feito, hoje, nas mentes e espíritos de muitos cristãos sinceros, na área de autoridade espiritual. É verdade que muitos têm dado permissão para Satanás agir em suas vidas através de um espírito de rebeldia. Essa é uma clássica estratégia diabólica que, apesar de tão conhecida, ainda funciona em muitas vidas. O homem natural abomina autoridade de qualquer natureza e se identifica com a rebeldia, assim como o peixe se identifica com a água.

Entretanto, não é isso que me preocupa tanto hoje. O que me pesa no coração é algo mais sutil, aparentemente mais “espiritual”, mais “santo” e mais “religiosamente correto”.

Na vida, existem muitas contradições e paradoxos, e este é um deles. Apesar de ser rebelde por natureza, a humanidade em geral também tem uma forte tendência de fugir de qualquer responsabilidade moral. Como faz isso? Terceirizando sua responsabilidade pessoal a um líder qualquer, geralmente religioso. Quais as vantagens? Através de me “submeter” a essa “autoridade espiritual”, escapo de intermináveis questionamentos interiores sobre o que é certo ou errado. Encontro uma grande simplificação da vida, pois agora minha tarefa não é discernir o que é verdade e segui-la, mas apenas obedecer às ordens da autoridade a quem me submeto.

O que me preocupa é o grande número de cristãos que estão aderindo a esse costume. Em troca de uma obediência cega a alguma autoridade espiritual, ficam livres de sua responsabilidade pessoal de descobrir e fazer a vontade de Deus. As pessoas querem alguma fórmula mágica que as livre de condenação na consciência e as libere para curtir a vida. Acatam mudanças questionáveis de doutrina, liturgia ou estrutura impostas pelas autoridades e, quando alguém se manifesta contrariamente, escondem-se debaixo do chavão: “Cuidado para não tocar no ungido do Senhor”. Sentem que, ao submeterem-se às autoridades de suas igrejas, estão cumprindo seu dever para com Deus e estão livres para levar sua vida secular como bem entendem.

Tenho visto pessoas obrigadas a obedecer sem o direito de entender o porquê. Como se o plano de Deus dependesse de um exército de pessoas obedientes que não entendessem nada, mas fizessem tudo que lhes fosse ordenado. (Se esse fosse o caso, por que Deus teria criado o homem? Ele já tinha os anjos que preenchem esse requisito mil vezes melhor!)

Parece que, muitas vezes, as pessoas não cristãs conseguem entender esse princípio melhor do que as cristãs. No Julgamento de Nuremberg, quando os criminosos nazistas foram julgados, não foi diminuída sua culpa pelo fato de seus crimes terem sido cometidos em obediência às autoridades militares da Alemanha. Não adiantou explicitar as conseqüências terríveis que teriam sofrido se tivessem desobedecido às ordens de superiores por causa de uma convicção moral pessoal. Até hoje, o mesmo critério é adotado no Tribunal Internacional de Haia, quando são julgados crimes cometidos contra a humanidade por militares iugoslavos ou outros quaisquer. O senso de justiça do homem comum, mesmo não cristão, diz que a obediência não pode substituir a responsabilidade moral pessoal, independentemente das conseqüências que se tenha que sofrer.

 

A Massificação da Humanidade

Apesar disso, vejo não só na igreja, mas no mundo também, a estratégia de Satanás de massificar a humanidade, tornando-a maleável e manipulável. Vemos, cada vez menos, o sistema educacional ensinando as pessoas a questionarem valores, a pensarem por si mesmas, a lutarem por valores espirituais, a valorizarem opiniões divergentes. A mídia também induz a população a pensar da mesma forma e a adotar a mesma visão de mundo. O humanismo, o materialismo e o relativismo estão se tornando onipresentes. Estamos caminhando rapidamente para um consenso mundial sobre valores humanistas e logo todos que se opuserem a esses valores serão considerados personae non gratae, terroristas em potencial. O grande vilão, hoje, que rouba a paz e a prosperidade mundiais, é o fundamentalismo religioso de qualquer natureza. Não importa o que você crê, se é radical e realmente baseia sua vida em sua fé, você é uma ameaça ao sistema. Portanto, vai aumentar cada vez mais a pressão para não se destoar do pensamento da maioria, e seguir a “manada”. Haverá liberdade religiosa, sim, desde que você não creia tanto nos seus dogmas religiosos que isso venha a interferir na vida material, no mercado, nos relacionamentos pessoais e sociais.

Essa tendência é mais um sinal de que estamos nos aproximando dos últimos dias. A grande Babilônia, que é a manifestação visível do mistério da iniqüidade, não consiste apenas dos sistemas econômico e político do mundo, mas inclui também o sistema religioso.(...)

(...) Toda a humanidade dará um suspiro de alívio e haverá paz e harmonia sob a égide da união entre os sistemas político, econômico e religioso. Mas será uma paz falsa baseada em princípios falsos e humanistas. Será o reinado do homem sem Deus e não subsistirá. O problema a pensar agora é: quantos “cristãos” vão gritar “Ai!” quando Deus começar a desferir golpes contra a Babilônia, e quantos dirão “Aleluia!”? (Ap 18.16,19,20; 19.1-7).

n/d

O Sonho de Deus

Chegamos, portanto, à conclusão de que aquilo que Deus mais procura na história é justamente aquilo que o diabo e, por tabela, o mundo controlado por ele, mais temem. Deus sonha com um povo, humilde sim, submisso sim, mas, além disso, autêntico, sincero, íntegro, questionador e que assuma suas responsabilidades. Um povo que não é uma massa homogênea e ingênua, mas cujas pessoas conhecem ao Senhor e se relacionam com Ele (Jr 31.33,34). Um povo que tem os planos e ações realmente dirigidos pelo Espírito Santo e os ouvidos atentos à sua voz (como era o caso na igreja em Atos). Um povo que respeita autoridade, que sabe que ninguém é igual ao outro, que há diferentes fases de maturidade e diferentes dons espirituais, mas que nunca permite que alguém tome o lugar de Jesus (e de Seu Evangelho) (...). Um povo composto de indivíduos que têm coragem de ser diferentes, de destoar da maioria, de levantar a voz no meio de muitas vozes contrárias e defender a causa da justiça e da verdade. Um povo que se submete à voz do Espírito mesmo quando este se manifesta através de alguém sem aparência ou importância naturais. Um povo que não tem medo de perguntas difíceis e opiniões contrárias, porque sabe que a verdade é rica e variada e sempre há de vencer. Um povo que respeita as autoridades instituídas, naturais ou espirituais, mas não aceita a obediência cega e não delega a terceiros sua responsabilidade pessoal de ouvir e conhecer a voz do bom Pastor.

Mas como atingir esse objetivo? Como sair de onde estamos e chegar ao lugar que Deus quer que alcancemos como igreja? Deus está trabalhando desde o início da história com esse alvo em vista e certamente tem providenciado todos os meios para alcançá-lo. Mas seu desejo é nos usar como cooperadores com Ele nesse propósito, assim como usou os heróis da fé no passado. Por isto, precisamos compartilhar da mesma visão que Ele para melhor cooperarmos no seu projeto. Portanto, podemos afirmar com segurança que o entendimento correto de autoridade espiritual é fundamental para que o sonho de Deus para seu povo se realize.

Mesmo que a pessoa investida de autoridade por Deus tenha a atitude correta, corre-se o perigo das pessoas criarem uma dependência doentia dela. Podemos citar como exemplo, Moisés. O povo de Israel aceitava sua liderança, mas não conseguia obedecer as palavras de Deus transmitidas por ele por falta de um contato direto com Deus, o que eles também não queriam (Ex 20.19).

Quando um homem queria que Jesus ordenasse ao seu irmão que repartisse com ele a herança, Jesus rejeitou seu apelo (Lc 12.13,14). É como se estivesse dizendo: “Só porque tenho autoridade na pregação e na cura, não significa que tenho autoridade como juiz para resolver qualquer questão!”. Quantas vezes, nos Evangelhos, o povo ou os próprios discípulos queriam depender dele de forma errada e ele rechaçava essas tentativas! Quando o jovem rico chamou-o de “Bom Mestre”, Jesus repreendeu-o dizendo que só Deus era bom (Mc 10.17,18). Quando queriam que fizesse alguma coisa por eles, muitas vezes Jesus lhes devolvia a responsabilidade. “Se tu podes…”, disse-lhe o pai do menino epiléptico, ao que Jesus respondeu: “Se podes! Tudo é possível ao que crê!” (Mc 9.22,23).

Desde Adão que, quando Deus o confrontou com seu pecado, quis escapar de sua responsabilidade, jogando-a sobre “a mulher que tu me deste” (Gn 3.12), o homem caído sempre quer alguém que o alivie de sua responsabilidade de relacionar-se diretamente com Deus. Jesus veio como substituto para o nosso castigo, mas não como substituto de nosso relacionamento pessoal com Deus. Jesus não veio para nos resguardar do contato com um Deus santo e temível, mas justamente para colocar-nos em contato com Ele (Jo 16.26,27). Se nem o próprio Jesus quis ocupar esse espaço entre nós e o Pai, quanto menos devemos ceder isto a alguma autoridade terrena, por mais espiritual que seja! Foi por isso mesmo que ele nos proibiu de chamar alguém de mestre ou pai (Mt 23.8-10).

Se vamos avançar de nosso atual estado de infantilidade espiritual para sermos filhos maduros de Deus, precisamos aprender a exercer a autoridade espiritual de forma correta. Temos de fugir de todo tipo de intermediação no meio do povo de Deus, considerando a todos, desde o menor até o maior, como irmãos que caminham juntos para o mesmo alvo – comunhão plena e direta com Deus. Isso não significa que a autoridade de Deus não deve ser exercida por homens, mas que o propósito dessa autoridade é conduzir todos à maturidade, a um relacionamento pessoal com Deus. Autoridade na igreja não existe para ditar as regras da vida espiritual, mas para levar as pessoas a ouvirem melhor a voz do Supremo Pastor.

Que Deus nos ajude a fugir, não só da maldita rebeldia, mas também da obediência cega! Que o povo de Deus acorde do sono, entenda a hora em que está vivendo e as questões que estão em jogo, e se apresente diante de Deus com disposição para ouvir, entender e obedecer à sua voz! Somente assim o inimigo será derrotado pela verdade encarnada em pessoas íntegras e retas, e Deus obterá seu tesouro tão almejado – filhos maduros com quem Ele possa dialogar, repartir os seus pensamentos, e com quem Ele possa governar o universo!

http://www.revistaimpacto.com.br/discernindo-a-estrategia-de-satanas-na-igreja-hoje

“Já estais separados de CRISTO, vós que procurais a justificação pela lei. Decaístes da graça. Quanto a nós, é espiritualmente da fé que aguardamos a justiça esperada.” (Gl. 5, 4-5)


 

Papa São Pio XII: Dia virá em que o mundo negará seu Deus, em que a Igreja  duvidará como o fez Pedro.

“Preocupo-me com as mensagens da Virgem Santíssima à pequena Lúcia de Fátima. A insistência de Maria acerca dos perigos que ameaçam a Igreja é uma advertência Divina contra o suicídio de se alterar a fé, em sua liturgia, em sua teologia e em sua alma… Ouço a minha volta inovadores que desejam desmantelar a Capela Sagrada, destruir a chama universal da Igreja, rejeitar seus ornamentos e fazê-la sentir remorso por sua história passada…

Dia virá em que o mundo civilizado negará seu Deus, em que a Igreja duvidará como o fez Pedro. Ela será tentada a acreditar que o homem se tornou Deus. Em nossas igrejas, cristãos procurarão em vão pela luz vermelha de onde Deus os espera. Como Maria Madalena, em prantos no sepulcro vazio, eles perguntarão: ‘Aonde eles O levaram?’” (Papa São Pio XII)                                                                      


 

Cardeal Giuseppe Siri Tratto: Aqui não estamos mais na heresia, mas na completa apostasia.

“O sacro não é somente o rito: é a presença no rito da realidade que ele significa. Quando se mitiga o rito, se perde o sentido da substância que ele contém. Não é de se admirar, portanto, que para alguns a Eucaristia se torne apenas uma simples festa da fraternidade humana, na qual Deus se torna apenas um espectador. Aqui não estamos mais na heresia, mas na completa apostasia.” (Cardeal Giuseppe Siri Tratto - revista “Renovatio”, número VI, 1970)


                                                              

Em 1846 Nossa Senhora apareceu, em La Salette, a duas crianças: Maximino e Melânia. Posteriormente essa Aparição teve aprovação da Igreja. É bem famosa aquela parte destas revelações chamada de "O Segredo de La Salette".

No contexto de La Salette há uma mensagem que deixou perplexos os católicos, na qual Nossa Senhora disse: "Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo".


 

O Alerta de Santo Ambrósio de Optina: (1846)

“Meus filhos, saibam que os últimos dias estão chegando; e como disse o Apóstolo, eles serão pobres em piedades, e heresias e cismas irão aparecer nas igrejas; e como disseram os Santos Padres, não haverá nos tronos dos Mosteiros hierarcas que não sofrerão testes e tentações na vida espiritual. Portanto, heresias irão se espalhar e enganar a muitos. O inimigo da humanidade irá atuar com esperteza, e se fosse possível, ele levaria à heresia até mesmo os escolhidos. Ele não começará negando os dogmas da Santíssima Trindade, a divindade de Jesus ou a Theotokos, mas começará a distorcer os ensinamentos dos Santos Padres, em outras palavras, o próprio ensinamento da Igreja. Então, meu filho, quando você ver nas Igrejas o deboche dos atos Divinos, dos ensinamentos dos Santos e da ordem estabelecida por Deus, saiba que os hereges já estarão presentes. Também fiquem atentos por um tempo, pois eles irão esconder suas más intenções, ou poderão deformar a fé divina secretamente, para que tenham sucesso ao ludibriar e enganar os inexperientes.”                                                                 


 

“À exceção de muito poucos, todos os fiéis em breve tempo perderão a fé.” (Santo Antônio Maria de Claret, em 1857)

"À exceção de muito poucos, todos os fiéis em breve tempo perderão a fé e a caridade, verificando-se então a apostasia quase geral de que fala o Apóstolo em sua segunda carta aos de Tessalônica: 'Porque isto [o Dia do Senhor] não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição.'" (2Ts 2-3)

(Da Obra - La Época presente considerada como probablemente la última del mundo, segun los datos que sobre estas cosas nos suministran las Santas Escrituras, los Santos Padres, y expositores de aquellas, Santo Antonio Maria Claret, Editora Libr. Religiosa, 1857, p. 47)

"Já vão fundindo-se e consolidando-se o indiferentismo, o racionalismo e o sensualismo... A insubordinação, a rebelião, o comunismo, a injustiça, a tirania, a crueldade, a morte... Muitas dessas peças que devem compor a infernal máquina do Anticristo se encontram perfeitamente cultivadas." (Da Obra - La Época presente considerada como probablemente la última del mundo (...), p.24)

"Diz o sagrado texto que os apóstatas levarão em sua fronte e em suas mãos o nome ou a marca da besta, para denotar a publicidade e o descaramento com que professarão o anticristianismo. As mãos e a fronte são o que há de mais visível e público no homem, e ao mesmo tempo são os dois símbolos mais expressivos do modo de agir, o primeiro, e do modo de pensar, o segundo." (Da Obra - La Época presente considerada como probablemente la última del mundo,(…) p.72-73)

"Como a fé de todos aqueles miseráveis serão uma fé adormecida, ou melhor, morta, esquecidos totalmente de Cristo e das máximas de Seu Evangelho, todas as suas máximas, todos os seus pensamentos, todos os seus afetos e desejos serão carnais, mundanos, terrenos, segundo indica a procedência da segunda besta." (Da Obra - La Época presente considerada como probablemente la última del mundo, (...) p.68-69)

"Aprovando esta prática, a infernal conduta da primeira besta, aconselhará a todos, pública e privadamente, que se acomodem as circunstâncias do tempo pelo bem da paz, duma falsa e maldita paz. Jesus Cristo em tais casos não quer paz, senão guerra, e ele mesmo diz que nos trouxe a guerra. Em nome dessa falsa paz querem eles que todos tomem em suas mãos e em sua fronte a marca da besta, isto é, que se declarem por ela. Assim, o farão muitos, apostatando covardemente, mas os fiéis bem instruídos em seus deveres contestarão com valor e ousadia." (Da Obra - La Época presente considerada como probablemente la última del mundo, segun los datos que sobre estas cosas nos suministran las Santas Escrituras, los Santos Padres, y expositores de aquellas, Santo Antonio Maria Claret, Editora Libr. Religiosa, 1857, p.69)


Terceiro Segredo de Fátima: a grande apostasia na Igreja começará pelo cimo... (Entrevista exclusiva do The Fatima Crusader com o Padre Paul Kramer)

 

O Segredo alertava contra o Concílio Vaticano II e a Nova Missa

Entrevista exclusiva do The Fatima Crusader com o Padre Paul Kramer

 

Pergunta: Quem é o Cardeal Ottaviani, e que disse ele sobre o Terceiro Segredo de Fátima?

[Padre Kramer] O Cardeal Alfredo Ottaviani era Prefeito do Santo Ofício, e naquele tempo o Santo Ofício era o dicastério mais importante da Cúria Romana. E ele era quem se pronunciava sobre a ortodoxia. E tinha também jurisdição final sobre a aprovação ou desaprovação das aparições. Em declarações que fez no Antonianum em 1967, disse que o Terceiro Segredo de Fátima estava escrito numa só folha de papel.

Pergunta: Quem é o Cardeal Ciappi, e que disse ele sobre o Terceiro Segredo?

[Padre Kramer] O Cardeal Mario Luigi Ciappi era um sacerdote dominicano que fora elevado a Cardeal pelo Papa Paulo VI. Foi Teólogo Papal nos pontificados de Paulo VI e João Paulo I, e na fase inicial do Papa João Paulo II. Numa carta ao Professor Baumgartner, o Cardeal Ciappi disse que no Terceiro Segredo se revelava, entre outras coisas, que a grande apostasia na Igreja começará pelo cimo.

Pergunta: O Cardeal Ciappi estaria a dizer a verdade? “Apostasia” não será uma palavra forte demais?

[Padre Kramer] Sei que algumas pessoas têm alguma dificuldade em aceitar a ideia de que poderá haver uma apostasia na Igreja, quanto mais uma grande apostasia na Igreja. Há pessoas que pensam que a palavra é muito forte. Todavia, não era forte demais para S. Paulo, que a usou, porque foi ele que predisse que, antes da vinda do homem do pecado, o Anticristo, haveria uma grande separação, uma grande apostasia. Portanto, não é de admirar que Nossa Senhora de Fátima nos tenha alertado contra esta apostasia na Igreja, porque se trata de um ensinamento já inscrito nas Sagradas Escrituras pelo grande Apóstolo S. Paulo.

Pergunta: Como responde a quem diz que Nossa Senhora nunca afirmaria que a própria Igreja, Esposa de Cristo sem mácula, entraria num período de apostasia?

[Padre Kramer] A quem tiver dificuldades com esta ideia, que a Igreja, Esposa de Cristo, poderia entrar num período de apostasia, respondo que Nosso Senhor Jesus Cristo disse: “Eis que vos disse todas estas coisas antecipadamente.” Como poderemos questionar a palavra de Deus? O sofrimento a que a Igreja, como Corpo Místico de Cristo que é, se deve sujeitar é descrito profeticamente no Livro das Lamentações. É descrito mais uma vez no Livro do Profeta Daniel e no Apocalipse, onde vemos que haverá uma grande apostasia e uma grande perseguição dos restantes fiéis, e que Deus os conservará na sua Fé, de modo a que os eleitos se conservem.

Pergunta: Vê uma ligação entre o Terceiro Segredo de Fátima e a introdução da Nova Missa?

[Padre Kramer] A Irmã Lúcia de Fátima, ao referir-se à Mensagem de Fátima, disse que haveria uma desorientação diabólica na Igreja. E não há nada que possa fazer para que tal não aconteça, como uma revolução litúrgica que introduza princípios estranhos numa liturgia aparentemente católica.

De fato, há mais substância na questão de uma desorientação diabólica. Estou a referir-me à parte do Terceiro Segredo de Fátima que ainda não foi revelada. Sei que isto é um fato, porque falei pessoalmente com um alemão, teólogo e Reitor de um seminário, que é amigo pessoal de longa data do Papa Bento XVI. Quando o Papa Bento XVI ainda era o Cardeal Ratzinger, revelou a esse seu amigo, por volta de 1990, que, no Terceiro Segredo de Fátima, Nossa Senhora avisava que não se mudasse a liturgia: literalmente, que não se misturassem elementos estranhos na liturgia católica.

Ora bem, isto foi exatamente o que aconteceu com a Nova Missa do Papa Paulo VI. Elementos de Protestantismo foram introduzidos e misturados numa estrutura católica, tanto no simbolismo como nas palavras da liturgia, a tal ponto que os fabricantes do novo Rito declararam abertamente que já não era o Rito Romano, mas uma nova criação.

O Padre Joseph Gelineau era o homem de confiança do Arcebispo Annibale Bugnini, que foi o arquiteto do novo rito da Missa. Tanto o Padre Gelineau como o Arcebispo Bugnini disseram claramente que a Missa do Novus Ordo era uma criação nova; que o rito antigo da Missa, o Rito Romano, tinha sido destruído. O Papa Paulo VI anunciou em Novembro de 1969 que o seu rito era um rito novo da Missa. Portanto, não se pode dizer que a nova liturgia — a liturgia do Novus Ordo — é basicamente uma revisão e uma continuação do Rito Romano. Não. É uma quebra na tradição litúrgica católica.

Ora Nossa Senhora de Fátima avisara expressamente no Terceiro Segredo que não se fizesse este tipo de alterações à liturgia. Mas, apesar disso, o Papa Paulo VI avançou com estas alterações. Nossa Senhora avisou também que haveria um Concílio mau na Igreja, que causaria grande escândalo. E, é claro, foram os documentos do Vaticano II — a Constituição sobre a Liturgia — que deram o ímpeto ao Papa Paulo VI para reformar a liturgia de forma tão desastrosa que causou uma tal perda de fé e uma confusão na Igreja.

Temos, portanto, o próprio Cardeal Ratzinger a dizer a um amigo pessoal e íntimo que estes avisos foram dados por Nossa Senhora no Terceiro Segredo de Fátima, para que não se alterasse a Missa, precisamente da maneira como o Papa Paulo VI a alterou. Depois de isto ter acontecido, o teólogo alemão a quem me referi voltou para o país da América do Sul onde era Reitor de um seminário, e explicou a um jovem padre o que o Cardeal Ratzinger lhe tinha contado. E precisamente quando estava a dizer que Nossa Senhora avisara para não mudarem a Missa, e que haveria um Concílio mau na Igreja, ambos viram uma pluma de fumo a sair do chão. Ora o chão era de mármore, e o fenômeno não podia ser natural. O jovem padre e o velho Reitor alemão ficaram tão impressionados que fizeram um relatório e enviaram-no ao Cardeal Ratzinger.

Em 26 de Junho de 2000, o Cardeal Ratzinger divulgou ao mundo o documento [sobre o Terceiro Segredo] que incluía a visão de um “Bispo vestido de branco”, dizendo que todo o Segredo estava contido neste documento. Coisa que só pode considerar-se assim se dissermos que ele usou de reserva mental; que o que foi explicado pelas palavras de Nossa Senhora estava já implicitamente contido, de forma simbólica, na visão.

O idoso sacerdote alemão, amigo pessoal de longa data de Ratzinger, reparou no fato de que, quando esta visão do Terceiro Segredo foi publicada, não continha aquelas coisas, aqueles elementos do Terceiro Segredo que o Cardeal Ratzinger lhe tinha revelado, quase dez anos antes. O sacerdote alemão — Padre Döllinger — disse-me que a sua pergunta estava a arder-lhe no cérebro no dia em que concelebrou com o Cardeal Ratzinger. O Padre Döllinger disse-me: “Confrontei o Cardeal Ratzinger, cara a cara.” E, é claro, perguntou ao Cardeal Ratzinger: “Como é que isto pode ser todo o Terceiro Segredo? Recordas-te do que me disseste?”

O Cardeal Ratzinger viu-se encurralado. Não sabia o que havia de dizer, e balbuciou ao seu amigo em alemão: “Wirklich da ist noch etwas”, que quer dizer “realmente há ali mais qualquer coisa,” querendo dizer que havia mais alguma coisa no Terceiro Segredo. O Cardeal disse-o muito claramente.

Pergunta: É uma história espantosa. O Padre Döllinger será uma testemunha fidedigna?

[Padre Kramer] Posso dizer isto: estamos a falar de um padre idoso, amigo pessoal de longa data do Papa Bento XVI, um homem que conheceu pessoalmente, e durante muito tempo, S. Pio de Pietrelcina [o Padre Pio]. De fato, disse-me que se tinha ido confessar 58 vezes ao Padre Pio. É um homem que foi, durante muitos anos, Reitor de um seminário na América do Sul; um homem que é altamente considerado, que tem uma grande reputaçăo na Igreja. Acrescentaria que, na diocese onde ele trabalhou, o que ele disse sobre o Terceiro Segredo foi o que o Cardeal Ratzinger lhe revelou, e era do conhecimento geral entre os jovens padres que eram seminaristas e diáconos na altura em que este homem era Reitor. Todos conhecem a história que o Cardeal Ratzinger lhe contou.

Como já mencionei, até compilaram um dossiê e enviaram-no ao Cardeal Ratzinger. Vê-se que é um homem de grande credibilidade, digno de crédito, um homem de grande seriedade, que não tem o costume de inventar histórias fabulosas, nem de exagerar a sua própria importância. Este homem não precisa de tais coisas, pois é da maior credibilidade.

 

Nota: Para uma explicação mais detalhada, ver o livro do Padre Kramer The Suicide of Altering the Faith in the Liturgy (O suicídio de alterar a Fé na liturgia) (tradução portuguesa em estudo). Disponível através de The Fatima Crusader.

 

Fonte: http://www.fatima.org/port/crusader/cr92/cr92pg7.pdf

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Terça-feira, 26 de Outubro de 2021




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