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O globalismo contra o agronegócio: Sim, o plano é a fome mundial

08 Julho 2022
Por Patrícia Castro
Fonte: https://midiasemmascara.net/globalismo-contra-agro/n/d

Enquanto assistimos a tecnocracia global que controla a União Européia tentando sabotar o agronegócio na Holanda, cientistas em Israel estão criando “carne à base de plantas”, que tem gordura, sangue e músculos. Como se não bastasse, ainda temos Nicole Kidman aparecendo na mídia comendo insetos, dizendo que que é uma dos 2 bilhões de pessoas consumidoras da “iguaria”, que segundo “especialistas”, é rica em proteína e altamente nutritiva. Angelina Jolie também já apareceu na mídia comendo aranhas. O que essas notícias têm a ver com a restrição severa que o governo holandês está impondo aos agricultores, capaz de inviabilizar o agronegócio, o abastecimento e trazer, em consequência, a fome? Tudo. Estamos assistindo o aceleramento da Agenda 2030 da ONU, que entre outras coisas quer acabar com a pobreza. Como? Matando os pobres. Soa pesado? “Peraí”, vou explicar.

Pobres aqui não apenas os paupérrimos. Se você é da classe média, média alta ou rica, mas não compactua com os valores satânicos dessa elite, você também é desprezado por ela. O modo de ação dos globalistas envolve a corrupção de políticos e funcionários de alto escalão do mundo inteiro. Já ficou evidente desde a crise (forjada) do Covid-19 que grande parte dos cientistas atualmente é paga para desenvolver pesquisas do interesse de seus patrões, e servem como autoridade intelectual para justificar as medidas absurdas que os tais “organismos internacionais” irão impor à população. É sempre com o auxílio dessa casta corrompida. Aliançados a esses à máfia cientíco-tecnocrata, estão os jornalistas, papagaios de seus patrões, e a pelotão de celebridades que, sedentas por holofotes, querem mesmo é “lacrar”, e assim propagam as ideias mais estúpidas e criminosas como se fossem algo normal, para que a população se habitue com tais temas e aceite a mudança sem questionar.

A Holanda é um país pequeno, menor do que o estado do Espírito Santo, densamente povoado (mais de 500 hab/km2), mas é um gigante agrícola, o segundo maior exportador de gêneros alimentícios do mundo, perdendo apenas para os EUA, cujo território é 270 vezes maior. Os holandeses conquistaram essa posição através da inovação agrícola. Há quase duas décadas a Holanda assumiu o compromisso de dobrar a produção de alimentos, utilizando metade dos recursos. O compromisso foi cumprido: um método de plantio utilizando estufas reduziu em até 90% a dependência de água e eliminou quase por completo o uso de pesticidas na agricultura. Na avicultura e na pecuária houve redução de 60% no uso de antibiótico nos animais.

Com tanta inovação e eficiência, os agricultores holandeses deveriam estar recebendo prêmios e homenagens, por terem descoberto formas mais inteligentes  e lucrativas de produzir comida. Até para a paz isso contribui. Mesa farta evita guerras. Mas não é isso o que está acontecendo. Fazendeiros e caminhoneiros estão protestando (de forma exemplar, diga-se) porque o governo, atendendo exigência de burocratas da União Europeia, quer impôr regulamentações que implicarão em desabastecimento, e como consequência, no encarecimento dos produtos e na redução de consumo. Em outras palavras: tudo indo em direção da já obviamente planejada escassez de alimentos. A mesma elite que está provocando mortes com pestes e vacinas agora quer ver outro tipo de morte: pela fome.

O governo holandês impôs cortes nas emissões de óxidos de nitrogênio e amônia em 50% até 2030. Tais cortes podem chegar a 70% em áreas próximas de habitats de espécies ameaçadas. Para atingir essas metas, seria necessário reduzir em 30% o número de animais da pecuária. Os governos das províncias holandesas receberam prazo de um ano para elaborar estratégias para fazer esses cortes. Uma das medidas cogitadas é a desapropriação de fazendas com grandes números de animais.

A Holanda foi o último país ocidental a sofrer uma crise grave de carência alimentar, quando 10 a 20 mil pessoas morreram durante a ocupação alemã nos últimos meses da Segunda Guerra Mundial. Vale repetir: a redução da produtividade afetará a economia do mundo inteiro, pois quanto menor a oferta de produtos, maior é o preço, e menor o consumo. A mídia continua com seu silêncio criminoso, mas imagens que nos chegam pelas redes sociais mostram supermercados já com escassez de produtos nas prateleiras.

Vocês percebem para onde essa elite globalista quer direcionar os caminhos da humanidade? Uma geração de homens perderam a noção do seu valor, esqueceram que são seres espirituais, criados à imagem e semelhança de Deus, e que foram criados para um propósito maior, que transcende esse mundo material. E o resultado é o que temos: gente acreditando na falácia globalista de que o planeta não comporta tanta gente e que é necessário reduzir a população. Em nome da preservação do meio ambiente, o cidadão comum está sendo expulso da Terra.

Abra os olhos e lute pelo bem, pelo belo e pela verdade, enquanto é tempo, pois o que a máfia global quer impôr aos seus manipulados já temos visto: “fraudemias” planejadas, carestia, restrição forçadas da produção e do consumo, fome, proibição de medicamentos baratos, vacinação obrigatória, etc. Se você não quer trocar sua picanha por insetos ou por coisas como essa gelatina que a atriz americana comeu, use o bom senso e se mobilize.


 

MENSAGENS do Céu a Luz de Maria sobre a fome no mundo...


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