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'E o segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu no mar toda a alma vivente.'(Apocalipse 16, 3)


Oceanos contaminados com radiação nuclear - '...e morreu no mar toda a alma vivente' (Ap.16,3)

A radioatividade está a poluir tudo: as águas, o ar, a própria terra, o homem, e esta poluição é um dos Cavaleiros do Apocalipse que continuará a avançar e não ficará onde está. O homem compreenderá que a energia nuclear é um dos grandes flagelos que criou contra si próprio. (Jesus Cristo à Luz de Maria de Bonilla, em 12-01-2014)

 

Nunca os mares foram tão contaminados quanto agora estão sendo: a radiação nuclear e a destruição total da vida marinha. O desastre nuclear contaminou o maior oceano do mundo em somente seis anos e ainda continua liberando 300 toneladas de lixo radioativo todos os dias.

 

Em 11 de março de 2011 um terremoto de 8.9 de magnitude, com epicentro a 130 km da costa do Japão, resultou em um tsunami com ondas de até 14 metros. Ambos causaram grande destruição em localidades da costa leste japonesa. Arruinaram geradores e sistemas de resfriamento de 4 dos 6 reatores do complexo de usinas nucleares de Fukushima Daiichi. 3 destes reatores superaqueceram e derreteram.

E o que aconteceu depois foi a maior liberação de radiação em água na história do planeta. 300 toneladas de lixo radioativo são despejados diariamente no oceano. E continuará a vazar radiação, indefinidamente, pois a fonte do vazamento não pode ser selada. Está inacessível a seres humanos e robôs, devido aos altos níveis de radiação e temperatura.

Dados da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), dos EUA, medem a radiação de Fukushima.Dados da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), dos EUA, medem a radiação de Fukushima.

Especialistas afirmam não existir forma de descontaminação garantida para esta proporção de contaminação. A radiação permanecerá na água dos oceanos por 600 a 25.000 anos. Alguns elementos permanecerão radioativos por milhões de anos.

Os níveis de radiação de um dos reatores da central nuclear de Fukushima atingiram valores recorde desde o tsunami que provocou o desastre nuclear de 2011 no Japão. Segundo a empresa Tokyo Electric Power (Tepco), que opera a central, foi registada uma quantidade de radiação suficiente para matar uma pessoa em uma hora.

Medições no reator número dois mostram a presença de 530 sieverts por hora, a medida usada para avaliar o impacto da radiação nos humanos. Segundo o The Guardian, uma dose de sievert provoca mal-estar e náuseas, 5 sieverts podem matar em um mês e 10 sievert em poucas semanas.

‘Há uma margem de erro, o nível pode ser 30% inferior, mas continua elevado’, disse o porta-voz da Tepco, Tatsuhiro Yamagishi, segundo a AFP. A última medição, de 2012, registava apenas 73 sieverts e os especialistas estão tentando perceber o que teria provocado o aumento.

‘O nível extremamente elevado de radiação medido no local, se for exato, pode indicar que o combustível não está longe e que não está coberto por água’, afirmou numa entrevista NHK Hiroshi Miyano, professor da Universidade Hosei, que preside a uma comissão de estudos para o desmantelamento da central nuclear.

A localização e a condição do combustível derretido nos três reatores mais danificados não foram identificados. Sua remoção é considerada um desafio sem precedentes na História da energia nuclear.

Altos índices de radiação na água subterrânea de Fukushima podem ser indicativos de que o corium - dezenas de toneladas de magma altamente radioativo dos núcleos derretidos - atravessou o concreto de contenção descendo pelo solo e agora esteja mergulhado se dissolvendo e constantemente contaminando a água do oceano.

Segundo o IRSN* a água nos reatores evaporou, o combustível ficou descoberto, esquentando a mais de 2.300 graus célsius. As barras de combustível derreteram e se misturaram com materiais da estrutura formando um magma chamado córium. O córium escorreu para o fundo da câmara do reator erodindo o concreto de contenção, em uma velocidade de 5 até 30 centímetros por hora. A localização atual de parte dos núcleos é desconhecida.


O processo de desmantelamento da central nuclear de Fukushima deverá demorar cerca de quatro décadas, segundo o The Guardian, mas o elevado nível de radiação dificulta e adia os esforços nesse sentido. O robô controlado remotamente que a Tepco planeja usar para trabalhos no reator número 2 aguenta a exposição a 1000 sieverts, o que quer dizer que iria sobreviver menos de duas horas.

 

A vida marinha em processo de extinção

Mesmo que não se possa ver a radiação, em si, algumas partes da costa ocidental da América do Norte estão sentindo os efeitos através dos anos. Não muito tempo depois de Fukushima, peixes no Canadá começaram a sangrar pelas brânquias, bocas e olhos. Esta ‘doença’ tem sido ignorada pelo governo e tem dizimado populações de peixes nativos, incluindo o arenque do Pacífico Norte.

Em outra parte, no oeste do Canadá, cientistas independentes mediram um aumento de 300% no nível de radiação. Segundo eles, a quantidade de radiação no Oceano Pacífico está aumentando a cada ano. Porque é que esta notícia está sendo ignorada pela grande mídia? Poderia ter algo a ver com o fato de que os governos dos EUA e Canadá já proibiram seus cidadãos de falar sobre Fukushima pois ‘as pessoas poderiam entrar em pânico’.

Mais ao sul, no Estado do Oregon, EUA, estrelas do mar começaram a perder as pernas e depois se desintegraram completamente, quando a radiação de Fukushima chegou, em 2013.

Agora, as mortes estão ocorrendo em quantidades recordes, colocando todo o ecossistema oceânico nessa área em risco.

Em 2014, a radiação nas praias da Califórnia aumentaram em 500%. No entanto, Fukushima não terá um impacto maior apenas na costa oeste da América do Norte, cientistas estão dizendo que o Oceano Pacífico, atualmente, está de 5 a 10 vezes mais radioativo do que quando o governo dos EUA detonaram inúmeras bombas nucleares no Pacífico, durante e após a Segunda Guerra Mundial.

 

 

 

Fontes: https://misteriosdomundo.org/e-oficial-fukushima-contaminou-13-dos-oceanos-do-mundo-e-ninguem-parece-se-importar/

http://oglobo.globo.com/sociedade/sustentabilidade/nivel-de-radiacao-em-usina-nuclear-de-fukushima-atinge-recorde-20868324

http://www.correiodobrasil.com.br/radiacao-de-fukushima-contamina-o-oceano-pacifico-e-segue-adiante/

http://www.anovaordemmundial.com/2014/02/fukushima-da-era-nuclear-catastrofe-global.html#ixzz4cqdUKNAV

 

 


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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017





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