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ONU e as metas de educação global para transformar as crianças em 'cidadãos globais' prontos para a 'Nova Ordem Mundial'

O artigo abaixo, escrito em 2015, aborda, entre outros, a iniciativa usada pelas Nações Unidas para remover famílias e comunidades locais do controle sobre a educação. Denuncia, também, as metas de educação global que estão sendo usadas para transformar as crianças em ‘cidadãos globais’ prontos para a ‘Nova Ordem Mundial’. Tudo isto visando promover ‘mudanças nas atitudes, valores e comportamentos’ na sociedade. Para tanto, novos ensinos e apredizagens vêm sendo impostos na educação, os quais têm por finalidade romper (corromper!) e erradicar os valores da atual sociedade, sejam eles princípios, ética, valores morais e religiosos, e até mesmo erradicar a soberania nacional dos países.

 

ARTIGO:

 

Cerca de um terço dos governos e ditaduras mundiais estão se empenhando para cumprir os objetivos educacionais das Nações Unidas que visam mudar os valores da humanidade por meio da iniciativa ‘Educação para Todos’, de acordo com um relatório divulgado na semana passada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Com o Common Core [N.T.: o equivalente a BNCC] e esquemas relacionados, o governo Obama esteve na vanguarda desse esforço. Para lidar com aqueles que ainda não cumpriram os objetivos de educação da ONU, os burocratas da UNESCO estão buscando mais de US$ 22 bilhões por ano no dinheiro dos pagadores de impostos para fornecer o que a auto-denominada agência de educação global se refere como ‘educação de qualidade’ para todas as crianças. Avançando, como componente da agenda pós-2015 mais ampla da ONU, a equipe da ONU delineou planos ainda mais extremos para impor seu esquema de ‘educação de qualidade’ a toda a humanidade.

No entanto, como os documentos da ONU deixam claro, a visão da entidade planetária para a ‘educação de qualidade’ é radicalmente diferente das noções americanas tradicionais de educação e instrução adequadas. Por exemplo, os documentos da UNESCO e os acordos globais que lidam com a agenda de educação das Nações Unidas se concentram em promover ‘mudanças nas atitudes, valores e comportamentos’. Em documentos oficiais, a UNESCO argumenta que essas mudanças são ‘necessárias’ para avançar em direção ao ‘sustentável’ mundo novo que eles almejam. A burocracia da educação global, que também está empurrando padrões escolares a nível mundial, se orgulha de seus esforços para transformar as crianças em ‘cidadãos globais’. Como explica a página da Educação para a Cidadania Global da UNESCO: ‘justiça social, diversidade, igualdade de gênero e sustentabilidade ambiental’ são necessários para ‘Capacitar os alunos a serem cidadãos globais responsáveis’.

Em um comunicado de imprensa da ONU, de 9 de abril, frisando os ‘maiores ganhos’ ao se cumprirem os ‘objetivos educacionais mundiais’, o órgão global dominado por ditadores resume os resultados de seu ‘Relatório Global de Monitoramento 2015 — Educação para Todos 2000-2015: Conquistas e Desafios’. O relatório vangloria-se de que mais e mais crianças estão agora em ‘creches e berçários’ — um aumento de quase dois terços nos últimos 15 anos. Os governos também ‘aumentaram os esforços para medir os resultados da aprendizagem através de avaliações nacionais e internacionais, usando estas para garantir que todas as crianças recebam a qualidade da educação que lhes foi prometida’, explica o documento da ONU.

Claro que, desde que assumiu o poder, o governo Obama assumiu a liderança para impor os polêmicos objetivos da ONU ao povo americano. De fato, o secretário de Educação de Obama, Arne Duncan, que se referiu à UNESCO como ‘parceiro global’ da administração em sua agenda do ‘berço à carreira’ para moldar as mentes das crianças, celebrou abertamente os intentos inconstitucionais em discursos à agência da ONU e outros grupos. Entre os elementos que deram esse grande salto à frente estão o impulso da administração Obama por mais ‘educação infantil’ e o sumiço de quantidades de dados sem precedentes sobre crianças americanas. Contudo, talvez o mais óbvio (objetivo polêmico) seja o uso de subornos inconstitucionais da administração para impor o Common Core de nível nacional às escolas dos EUA anteriormente controladas pelas comunidades locais, bem como o regime de testes nacional apoiado pelo governo federal.

A ONU também celebrou seu sucesso global nesse sentido. ‘Em 1990, 12 avaliações de aprendizagem foram conduzidas de acordo com os padrões nacionais, mas até 2013 o número aumentou para 101’, afirma o relatório da UNESCO, como se remover famílias e comunidades locais do controle sobre a educação e até mesmo do direito ao autogoverno fosse de alguma forma uma conquista da qual se orgulhar. O relatório controverso também celebra o papel da ONU em forçar os governos para a centralização educacional através de avaliações nacionais e globais com base nos padrões nacionais e internacionais. Claro, esses padrões ‘nacionais’ impulsionados por Obama nos Estados Unidos, como o The New American documentou extensivamente, se alinham bem com os padrões globais radicais impostos pelos globalistas e pela ONU. Em 2004, o principal financiador do Common Core, Bill Gates, até assinou um ‘acordo de cooperação’ sobre educação com a UNESCO.

O relatório de educação da ONU de mais de 500 páginas também descreve o que refere como a ‘agenda de educação global pós-2015’, que será ainda mais radical do que o conjunto de metas anterior. ‘Este relatório baseia-se em toda essa experiência para fazer recomendações pertinentes sobre o lugar da educação na futura agenda de desenvolvimento sustentável global’, explica o relatório resumido pelo chefe da UNESCO e pela agente de longa data do Partido Comunista Irina Bokova, com o termo ‘desenvolvimento global sustentável’ essencialmente intercambiável com ‘tirania planetária’. ‘As lições são claras. Os novos objetivos educacionais devem ser específicos, relevantes e mensuráveis’.

Sistemas bem mais orwellianos para coletar informações confidenciais sobre todas as crianças a nível mundial — semelhantes aos esquemas de coleta e mineração de dados do Common Core impostos aos Estados americanos através de subornos da administração Obama — também são fundamentais, a ONU disse sobre o próximo conjunto de metas de educação global. ‘A próxima agenda também terá um monitoramento/acompanhamento muito mais rígido, incluindo coleta, análise e divulgação de dados’, continua o resumo. Como o The New American documentou extensivamente, os pais provavelmente ficariam chocados e consternados com as violações intrusivas da privacidade dos alunos e da família que já estão ocorrendo nos Estados Unidos. A UNESCO quer mais disso — em todo o mundo.

Na verdade, os burocratas da ONU se gabaram de que há muito mais por vir. ‘O mundo fez um tremendo progresso em direção a ‘Educação para Todos', disse a chefe da UNESCO, Irina Bokova, agente do Partido Comunista Búlgaro com laços bem estabelecidos com a ditadura implacável que escravizava seu país até as últimas décadas. ‘No entanto, a agenda está longe de ser concluída’. O diretor do Relatório da UNESCO, Aaron Benavot, foi ainda mais explícito. ‘A menos que uma ação coordenada seja feita e a educação receba a atenção que não conseguiu nos últimos 15 anos, milhões de crianças continuarão de fora e a visão transformadora da nova agenda de desenvolvimento sustentável será comprometida’, explicou.

Até agora, a agenda radical de educação das Nações Unidas para transformar as crianças no que seus líderes se referiam [anteriormente] como ‘cidadãos verdes’ e atualmente como ‘cidadãos globais’ prontos para a ‘Nova Ordem Mundial’ avançou sorrateiramente. No entanto, apesar da falta de atenção da mídia — e da artimanha descarada usada para promover o plano — nunca foi realmente um segredo. De fato, a liderança da UNESCO vangloriou-se abertamente sobre a preparação da humanidade para o governo mundial com base no ‘humanismo’ desde que foi fundada. O ‘Currículo Comum Mundial’ da UNESCO serviu como um modelo para o regime global de imbecilização que agora está sendo imposto no mundo. O currículo foi desenvolvido pelo secretário-geral adjunto da ONU, Robert Muller, um discípulo autodeclarado da fundadora da Lucifer Publishing Company (agora Lucis Trust), Alice Bailey.

A conspiração teve um grande incentivo em 1990, quando os governos e ditadores de todo o mundo reuniram-se na ‘Conferência Mundial sobre Educação para Todos’ da ONU. Naquele encontro, os regimes membros da ONU concordaram com a ‘Declaração Mundial sobre Educação para Todos: satisfação das necessidades básicas de aprendizagem’ (a Declaração de Jomtien). Embora a linguagem obscura e enganosa seja frequentemente usada para esconder a agenda — educação governamental obrigatória para todos, por exemplo, conforme descrito nas Dez Medidas do Manifesto Comunista de Karl Marx — não é difícil perceber isso.

Atender às necessidades básicas de aprendizagem constitui uma responsabilidade humana comum e universal’, argumenta a declaração. Em outras palavras, a educação já não deveria ser uma responsabilidade das famílias, das comunidades locais ou mesmo dos governos nacionais — mas da ONU. ‘Requer solidariedade internacional e relações econômicas equitativas e justas para corrigir as disparidades econômicas existentes’. As chamadas ‘necessidades básicas de aprendizagem’ das crianças são descritas pelo acordo da ONU como, entre outros elementos, ‘o conteúdo básico de aprendizagem (…) exigido pelos seres humanos’. Portanto, pelo menos na mente globalista, é necessário que os padrões globais assegurem que todos os seres humanos aprendam o conteúdo que eles ‘exigem’. Mesmo crianças que não frequentam escolas públicas — homeschoolers, estudantes de escolas privadas, e demais — devem cumprir os ‘mesmos padrões de aprendizagem aplicados às escolas’, afirma o documento da ONU.

Mais recentemente, a ONU convocou governos e ditadores de todo o mundo em 2000 para assinar o ‘Marco de Ação de Dakar — Educação para Todos: Cumprindo nossos Compromissos Coletivos’. É aí que os objetivos formais abordados no relatório da UNESCO da semana passada se originaram, sem o conhecimento da vasta maioria da humanidade que estava sendo alvo do esquema. Esse documento também explica o que a ONU e seus regimes membros mais autocráticos tinham em mente. Por exemplo, exige que os governos ‘implementem estratégias integradas para a igualdade de gênero na educação que reconheçam a necessidade de mudanças nas atitudes, valores e práticas’. Mais tarde, o mesmo relatório explica que, para alcançar a ‘igualdade de gênero’ — na realidade, doutrinas do feminismo radical destinadas a colocar todas as mulheres no mercado de trabalho e todas as crianças em ‘creches e berçários’— ‘mudanças nas atitudes, valores e comportamentos são necessárias’.

Os alvos para as mudanças ‘necessárias’ em valores e comportamento, é claro, são seus filhos. Mesmo agora, com o apoio dos mais altos níveis da administração Obama, o futuro dos Estados Unidos — seus filhos — juntamente com estudantes de todo o mundo, está sendo submetido à ‘educação sexual’ respaldada pela UNESCO, metodologias de leitura que destroem a alfabetização, padrões educacionais imbecilizantes para esmagar habilidades de pensamento crítico e muito mais. Se os pais e os pagadores de impostos americanos não se levantarem e derem um basta nesse abuso no futuro próximo, as perspectivas de preservar a liberdade, a prosperidade, a soberania nacional, os valores bíblicos e a religião, e até mesmo o senso comum, continuarão a diminuir. O Common Core já acendeu uma tempestade de oposição transpartidária em toda a América entre professores, pais, estudantes, especialistas e pagadores de imposto ultrajados. No entanto, muito mais deve ser feito para o planejamento da educação globalista ser esmagado em definitivo.

 

[*] Alex Newman. ‘UN Pushes Common Core-style Global Education Regime‘. The New American, 13 de Abril de 2015.

Tradução: Rodrigo Carmo   /   Revisão: Yuri Mayal

 

 

 

Fonte: http://tradutoresdedireita.org/onu-promove-o-common-core-como-modelo-de-regime-global-de-educacao/ 

(Título original: ONU promove o Common Core como modelo de regime global de educação)


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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017





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