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Sonho de Dom Bosco: A profecia dos plenilúnios

n/d

Vários foram os sonhos proféticos de Dom Bosco (Giovanni Melchiorre Bosco; 16-08-1815 / 31-01-1888). Em um destes sonhos proféticos, ainda bem jovem, Dom Bosco se via fazendo um dever de latim; ao acordar escreveu o mesmo e pediu a ajuda de um padre para traduzi-lo. Na aula seguinte este texto foi ditado, e Dom Bosco obteve ótimo desempenho. Sobre este dom, afirmava o próprio santo: - “Embora a bondade de Deus tenha sido generosa para comigo, jamais pretendi conhecer ou realizar coisas sobrenaturais”.
Uma de suas profecias é a dos plenilúnios.

Diz a profecia:

“Quatrocentos dias após o mês das flores que terá duas luas cheias, a revolução será proclamada na Itália. Duzentos dias depois, o Papa será obrigado a deixar Roma e andará errante durante cem dias, depois do que regressará à sua capital e cantará em São Pedro o Te Deum de Salvação”.
Dom Bosco escreve que em 1870 se encontrou como que numa ‘realidade sobrenatural’, e ouviu uma voz que lhe informou fatos futuros. Eis algumas partes do que ouviu:
“....
Agora a voz do céu é para o Pastor dos Pastores:

‘Tu estás na grande conferência com os teus assessores, mas o inimigo do bem não fica quieto um instante. Ele estuda e pratica todas as artes contra ti. Semeará a discórdia entre os teus assessores, criará inimigos entre os meus filhos.
As potências do século vomitarão fogo e gostariam que as palavras fossem sufocadas na garganta dos guardiães da minha lei. Isso não acontecerá. ...
... Que farei? Baterei nos pastores, dispensarei o rebanho para que os sentados na cadeira de Moisés procurem bons pastos e o rebanho, docilmente, ouça e se alimente.
Mas sobre o rebanho e sobre os pastores pesará minha mão. A carestia e a peste farão com que as mães chorem o sangue dos filhos e dos maridos mortos em terra inimiga.
E de ti, Roma, que será? Roma ingrata, Roma efeminada, Roma soberba. Tu chegaste a tal ponto que não procuras outra coisa, nem nada mais admiras em teu soberano senão o luxo, esquecendo que sua glória verdadeira está sobre o monte Gólgota. ...
Roma! ... Eu irei a ti quatro vezes. Na primeira golpearei as tuas terras e os seus habitantes. Na segunda, levarei a destruição e o extermínio até os teus muros. Não abres ainda os olhos?
Virei a terceira vez e derrubarei as defesas e os defensores e ao comando do Pai seguirá o reino do terror, do medo e da desolação. Mas os meus sábios fogem. A minha lei continua sendo pisada. Por isso farei a quarta visita.
A guerra, a peste e a fome são flagelos com os quais serão castigadas a soberba e a malícia dos homens. ...’ ”


Outro sonho profético de Dom Bosco:


“ ... Naquele momento, viu-se uma multidão de homens, mulheres, velhos, crianças, monges, monjas e sacerdotes, tendo à frente o Santo Padre, sair do Vaticano ordenando-se como se fosse uma procissão. ...
Nesse meio tempo, chegou-se a uma pequena praça coberta de mortos e feridos, vários dos quais pediam conforto insistentemente.
Depois de ter caminhado por um espaço correspondente a duzentos nasceres do sol, cada um percebeu que não estava mais em Roma. ... Depois, quando pôs os pés na cidade santa, começou a chorar ante a aflição demonstrada pelos cidadãos, muitos dos quais haviam morrido. De volta a São Pedro, cantou o Te Deum ... As cidades, as vilas, os campos tinham sua população bastante diminuída. A terra estava pisada como se tivesse passado um furacão, um temporal, o granizo, e as pessoas iam umas ao encontro das outras dizendo com a alma comovida: Est Deus in Israel.
Do início do exílio até o Te Deum, o sol levantou-se duzentas vezes. Todo o tempo que passou durante a realização desses fatos corresponde a quatrocentos surgires do sol”.

Visto em: https://www.sinaisdostempos.org/sinais/dom_bosco

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Terça-feira, 20 de Abril de 2021







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